SEJA UM ADORADOR! Toda quinta-feira Adoração ao Santíssimo Sacramento - das 8 às 21 horas. "Fica conosco Senhor"
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É o tempo do advento...


            Depois de refletirmos o tempo comum, coroado com a festa de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, é chegado o doce momento da reflexão acerca deste tempo que é a antecipação do Natal.  Iniciamos hoje o Tempo do Advento! Advento, tempo de espera e de esperança, de atenção e de vigilância, de alegre chegada e amorosa acolhida do Deus Conosco, o Emanuel.

A Sagrada Liturgia celebra a solenidade do Natal do Senhor, justamente no início do ano litúrgico, exatamente sete dias antes do ano novo (1º de janeiro), de forma que o novo ano já seja preparado por aquele que, novo tudo faz. E assim, o novo ano será bom, porque o “Sumo Bem” veio antes para dar a plenitude à essa nova criação. Podemos relacionar o novo ano, com uma nova vida, um novo ciclo, e desta forma, vemos que antes de começar essa nova vida aqui na terra, o Filho de Deus já estava na eternidade, antes do tempo. Tudo isso para que nós pudéssemos lembrar daquilo que é essencial à nossa fé.

Sabiamente a Igreja ensina e relembra, à quem nós devemos prestar reverência no dia de Natal, frente a um mundo contemporâneo, que pela preocupação com a ceia e os presentes, esquece quem realmente é o aniversariante da noite, deixando-o de lado, sem consciência do que, na verdade é o essencial para vida. Hoje em dia tudo é muito descartável, assim como, a “arvore de natal” que só serve para colocar os presentes, e se esquece o verdadeiro sentido dela, que é a vida em meio a fria estação.

Caros amigos, “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”, e nós precisamos dar conta disso, é o Filho de Deus, o Rei dos reis, é o menino frágil e pobre, que em uma manjedoura escolhe repousar e pela humildade, encantar a todos com sua beleza, bondade e verdade. A estrela anuncia e guia a todos para Ele, como se ela dissesse: Eis o cordeiro de Deus! Toda criação já renovada pela graça daquele que veio para nos dar de graça.

O Natal é a grande oportunidade de ver em nós nascer um novo homem! E, não é isso que cremos e afirmamos? O nascimento do menino Jesus, nos motiva a fazer com que Ele nasça em nós também nos transformando nEle, e crescendo durante todo o ano, em estatura, graça e sabedoria. E sempre se lembrando que não há ninguém maior do que aquele que se fez pobre.

Vivamos bem o Santo Natal do Senhor, lembrando de que a festa não é nossa, mas, daquele que nos convida a cear com Ele em um banquete eterno. Qual é o presente que você dará à Jesus neste Natal?

Por Seminarista Rafael


Células-Tronco, a Igreja tinha razão

Porque a Igreja é contra o uso da célula-tronco embrionária?

Com a descoberta de como reprogramar qualquer célula-tronco adulta em uma célula pluripotente (equivalente, em plasticidade, a uma célula-tronco embrionária, sem o potencial teratogênico desta), feito que acaba de dar o Prêmio Nobel de Medicina aos pesquisadores britânico John Gurdon e ao japonês Shinya Yamanaka (“Ciência”, ontem), mostra que a Igreja católica tem razão quando pediu ao STF que não aprovasse o uso de células tronco embrionárias pela ciência, já que não é necessário fazer esse uso, uma vez que se mata um ser humano embrionário.

Agora ficou provado que cientificamente não é preciso usar células tronco embrionárias, pois as células tronco adultas fazem o mesmo papel, sem precisar se eliminar um ser humano, que já contém uma alma imortal, criada à imagem de Deus.
                       

Esperamos, então, que agora, com este dado científico,  o Supremo Tribunal Federal reverta sua decisão de liberar o uso de embriões humanos em experiências. Moralmente isso nunca se justificou, e agora não se justifica nem cientificamente.

Os que amam a Deus e obedecem suas leis precisam se opor a essa eliminação sistemática, silenciosa e cruel de seres humanos indefesos. A moral católica não aceita que se faça o bem por um meio mal; e não aceita que os fins justifiquem os meios; senão, toda a Civilização vira barbárie.

Prof. Felipe Aquino

Retirado do blog: http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/
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SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA


Reflexões de Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro

Estamos em mais um dos meses temáticos. Além dos temas dos textos bíblicos e os próprios da liturgia, a Igreja no Brasil nos sugere um assunto que perpassa todo o mês para a nossa reflexão.

Em setembro, a Igreja Católica celebra o mês da Bíblia. Esse mês temático foi criado em 1971 e ele foi escolhido porque no último domingo celebramos o Dia Nacional da Bíblia, devido à proximidade da festa de São Jerônimo, patrono dos estudos Bíblicos, no dia 30.

A cada ano um livro bíblico é aprofundado em nossas comunidades, seja pelas reuniões de grupos, seja pelas publicações, ou ainda pelas celebrações. Nesse ano, o tema deste mês é “discípulos missionários a partir do Evangelho de Marcos”. A escolha desse evangelista ocorre devido ao ano “B” da liturgia dominical, que contempla a leitura desse texto. Já está previsto para os próximos anos seguir o mesmo tema à luz do evangelho do domingo: Lucas, Mateus e depois, em 2015, João.

Graças aos apóstolos, mais próximas testemunhas que viveram com Jesus Cristo, chegam até nós a Boa-Notícia da Salvação proclamada pelo Filho de Deus. Assim se expressa São Pedro: "Senhor, para quem iremos nós? Só Tu tens palavras de vida eterna?" (Jo 6, 68).

Fé na Palavra, que é viva! O Verbo é o próprio Cristo: Ele é a Palavra viva! A Bíblia, ou Sagrada Escritura, é como uma carta enviada, que hoje atualizamos com a prática da fé, à luz da Tradição da Igreja e do Magistério Pontifício. É a Sua Palavra viva e eficaz.

VINDE A MIM, mas bem comportados!!!


Uma editora italiana lançou um livro com normas de comportamento para os fiéis "Um pouco de etiqueta não faz mal". São orientações para os que forem participar de atos religiosos. Dessas orientações escolho algumas. Os comentários são meus.

1ª) "Cuide da casa de Deus como se ela fosse a sua casa" Nossas Igrejas são cons­truídas com a colaboração de toda a comunidade. Quem já participou de uma comissão de construção sabe quanto sacrifício é necessário até se chegar à sua inauguração. Também a manutenção de uma Igreja exige muita aten­ção e gastos. Por isso, cuidar do que foi conseguido com muito trabalho é um respeito para com os que colaboraram, além, é claro, de ser uma demonstra­ção de atenção para com uma obra que passou a ser consagrada ao Senhor.

2ª) "Quando entrar numa Igreja, cumprimente o dono da casa." A casa do Senhor é uma casa de oração. Não entramos nela para nos desligar das preocupações do mundo; entramos ali para levar ao Senhor nossas preocu­pações e colocá-las em Suas Mãos; entramos para louvá-Lo e agradecer-Lhe os dons recebidos; ou, humildemente, para pedirmos Seu perdão por nos­sas infidelidades. Na Igreja, o Senhor deve ser o centro de nossas atenções.

3ª) "Vista-se com decência, quando participar de uma cerimônia religiosa." Deveria ser óbvio, mas para algumas pessoas não o é: nem toda roupa é adequada para qualquer lugar. Ninguém vai à praia de "smoking" nem ao cinema em trajes de banho. Há roupas que podem ser adequadas para uma festa de aniversário, mas não servem para se ir a um velório. Um pouco de bom senso (e de respeito!) não faria nada mal, quando se trata de pensar na roupa a ser usada em uma celebração religiosa - em casamentos, inclusive!

4ª) "Procure chegar na hora certa!" Normalmente, as ce­lebrações começam na hora marcada. Esse "normal­mente" vai por conta dos casamentos, cujos horários acabam dependendo das noivas (leia-se: cabeleirei­ras, arrumadeiras etc.). Para uma boa participação, é importante a concentração. Chegar antes é garantir a possibilidade de um tempo para a oração pessoal. (esse ponto, um pouco de organização da própria vida só trará benefícios para a fé.

5ª) "Participe ativamente de todo o ato religioso." As ce­lebrações são expressões da oração comunitária. Je­sus nos garantiu Sua presença quando duas ou três pessoas se reunirem em Seu Nome (cf. Mt 18,20). Imagine-se a força de Sua presença quando formos quinhentos, mil ou dois mil. Por isso, é importante nossa expressão de unidade com todos os que estão ali conosco, naquele momento de prece.

6ª) "Tome conta das crianças, para evitar que elas perturbem muito." É bom, é muito bom levar as crianças para a Igreja. Elas têm uma incrível capacidade de relacionar­-se com Deus - basta que alguém as eduque para isso. Que elas nem sempre se sentem à vontade em uma celebração, também é normal. O que não convém é permitir que elas, sistematicamente, distraiam os que estão em sua proximidade. Afinal, são simpáticas, bonitas e engraçadinhas, e prendem mais a atenção do que o melhor orador, mesmo que sacro...

7ª) "Terminada a Celebração, colabore com o clima de con­centração e oração do ambiente." Quantas pessoas, termi­nada a Missa ou outra Celebração, gostam de ficar na Igreja. E isso é bom! A Igreja tem o dom de facilitar a oração e, num mundo tão dispersivo com o nosso, é importante que se aproveite ao máximo as oportuni­dades que nos forem concedidas para momentos assim. No Templo de Jerusalém, Jesus lembrou as Palavras do Salmista: “Minha casa é uma casa de oração" (Mt 21,13).

8ª) "Lembre-se de desligar o celular antes de começar a Ce­lebração!" Preciso fazer algum comentário?... Não pre­ciso, mas aproveito para fazer uma pergunta: há algo que distrai (ou irrita) mais, em uma Celebração, do que o toque de um celular?...

Em síntese: uma Celebração religiosa não é apenas um ato religioso; é, também, um ato social. É possível que, lendo essas regras de etiqueta, você pense em outras que poderiam ser acrescentadas.

Dom Murilo S. R. Krieger, scj é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil
Fonte: Revista Brasil Cristão – edição de julho 2012

Hóstia: O que a palavra lhe sugere?

Os cristãos adotaram a palavra hóstia para referir-se ao Cordeiro 

     Certa vez, pensando sobre o "Sacramento da Caridade", me fiz a seguinte pergunta: Por que será que costumamos associar "eucaristia" com "hóstia"? 
     Fala-se em adorar a hóstia, ajoelhar-se diante da hóstia, levar a hóstia em procissão (na festa de Corpus Christi), guardar a hóstia... Uma criança chegou certa vez para a catequista e perguntou: "Tia, quanto tempo falta para eu tomar a hóstia?" (Referia-se à primeira comunhão). 
      Tive então a idéia de ir atrás da origem da palavra "hóstia". Corri para um dicionário (aliás, vários), e me dei conta que esta palavra vem do latim. Descobri que, em latim, "hóstia" é praticamente sinônimo de "vítima". Ao animal sacrificado em honra dos deuses, à vítima oferecida em sacrifício à divindade, os romanos (que falavam latim) chamavam de "hóstia". Ao soldado tombado na guerra vítima da agressão inimiga, defendendo o imperador e a pátria, chamavam de "hóstia". Ligada à palavra "hóstia" está a palavra latina "hóstis", que significa: "o inimigo". Daí vem a palavra "hostil" (agressivo, ameaçador, inimigo), "hostilizar" (agredir, provocar, ameaçar). E a vítima fatal de uma agressão, por conseguinte, é uma "hóstia". 
      Então, aconteceu o seguinte: O cristianismo, ao entrar em contato com a cultura latina, agregou no seu linguajar teológico e litúrgico a palavra "hóstia", exatamente para referir-se à maior "vítima" fatal da agressão humana: Cristo morto e ressuscitado. 
       Os cristãos adotaram a palavra "hóstia" para referir-se ao Cordeiro imolado (vitimado) e, ao mesmo tempo ressuscitado, presente no memorial eucarístico. 
       A palavra "hóstia" passa, pois, a significar a realidade que Cristo mesmo mostrou naquela ceia derradeira: "Isto é o meu corpo entregue... o meu sangue derramado". O pão consagrado, portanto, é uma "hóstia", aliás, a "hóstia" verdadeira, isto é, o próprio Corpo do ressuscitado, uma vez mortalmente agredido pela maldade humana, e agora vivo entre nós feito pão e vinho, entregue para ser comida e bebida: Tomai e comei..., tomai e bebei... Infelizmente, com o correr dos tempos, perdeu-se muito este sentido profundamente teológico e espiritual que assumiu a palavra "hóstia" na liturgia do cristianismo romano primitivo, e se fixou quase que só na materialidade da "partícula circular de massa de pão ázimo que é consagrada na missa". A tal ponto de acabamos por chamar de "hóstia" até mesmo as partículas ainda não consagradas! 
       Hoje, quando falo em "hóstia", penso na "vítima pascal", penso na morte de Cristo e sua ressurreição, penso no mistério pascal. Hóstia para mim é isto: a morte do Senhor e sua ressurreição, sua total entrega por nós, presente no pão e no vinho consagrados. Por isso que, após a invocação do Espírito Santo sobre o pão e o vinho e a narração da última ceia do Senhor, na missa, toda a assembléia canta: "Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus". Diante desta "hóstia", isto é, diante deste mistério, a gente se inclina em profunda reverência, se ajoelha e mergulha em profunda contemplação, assumindo o compromisso de ser também assim: corpo oferecido "como hóstia viva, santa, agradável a Deus" (Rm 12,1). Adorar a "hóstia" significa render-se ao seu mistério para vivê-lo no dia-a-dia. E comungar a "hóstia" significa assimilar o seu mistério na totalidade do nosso ser para se tornar o que Cristo é: entrega de si a serviço dos irmãos, hóstia. 
     E agora entendo melhor quando o Concílio Vaticano II, ao exortar para a participação consciente, piedosa e ativa no "sacrossanto mistério da eucaristia", completa: "E aprendam a oferecer-se a si próprios (grifo nosso) oferecendo a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele e, assim, tendo a Cristo como Mediador, dia a dia se aperfeiçoem na união com Deus e entre si, para que, finalmente, Deus seja tudo em todos" (SC 48). 
Frei José Ariovaldo da Silva, OFM  
Mestre em Sagrada Liturgia, prof. Inst Teológico Petrópolis

O dízimo na Igreja Católica

Muitos padres e fiéis católicos acham difícil falar sobre este assunto, principalmente por causa da deturpação que tantos verdadeiros "mercadores da fé" vêm promovendo nos últimos anos, usando meia dúzia de passagens bíblicas como arma para extorquir e explorar pessoas simples e sem formação. Assim enriquecem, cada vez mais, os falsos profetas. O verdadeiro significado do dízimo, porém, é justo e verdadeiramente cristão.

O dízimo é uma doação regular e proporcional aos rendimentos do fiel, que todo batizado deve assumir. É uma forma concreta que o cristão tem para manifestar a sua fé em Deus e o seu amor ao próximo, pois é por meio dele que a Igreja realiza diversas obras de caridade e assistência aos menos favorecidos. Pelo dízimo, podemos viver as três virtudes mais importantes para todo cristão: a Fé, a Esperança e o Amor, que nos levam para mais perto de Deus.

O dízimo é um compromisso. Representa a nossa vontade de colaborar, de verdade, com o projeto divino de felicidade para todos.

A origem da DEVOÇÃO MARIANA

13/05/2012
Dom Nelson Francelino - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Quando começou a devoção mariana? A pergunta é legítima. E a resposta é imediata e segura: a devoção à Maria começou com o próprio cristianismo. Observemos os fatos. Entremos na pequena Casa de Nazaré, a casa das nossas origens e das nossas primeiras memórias. Eis o que encontramos: o Anjo Gabriel, mandado por Deus, aparece à Maria e lhe diz: “Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo!” 
(Lc 1, 28).

Com estas palavras que vêm do Céu começa a devoção mariana. Quem pode negar a evidência deste fato? E quando Maria, única guardiã do anúncio do Anjo, se apresenta à Isabel, depois da longa viagem da Galileia até a Judeia, acontece outro fato singular. Isabel ouve a saudação de Maria e percebe que o menino ‘salta’ de alegria no seio, enquanto o Espírito Santo a atravessa e lhe sugere palavras de rara beleza e de surpreendente compromisso: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E que venha a mim a mãe do meu Senhor? Pois logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio. Feliz de ti que acreditaste, porque se vai cumprir tudo o que foi dito da parte do Senhor” (Lc 1, 42-45). É a segunda expressão de devoção mariana registrada no Evangelho.

Vamos até a narração do Natal. O Evangelho de Lucas refere: “Quando os anjos se afastaram deles em direção ao Céu, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém ver o que aconteceu e o que o Senhor nos deu a conhecer”. Foram apressadamente e encontraram Maria, José e o menino deitado na manjedoura” (Lc 2, 15-16). Imaginemos que os pastores, após terem ajoelhado diante do Menino, tenham lançado a seguir um olhar à Mãe e tenham sussurrado alguma palavra. Não é legítimo pensar que os pastores tenham exclamado: “Feliz és tu, Mãe deste Menino?!” Era uma expressão de devoção mariana.

Estamos em tempo de infinita misericórdia

O Senhor diz no Livro do profeta Oséias: "Volta, Israel, ao Senhor teu Deus" (Os 14,1). E fala também: "Curarei a sua infidelidade, amá-los-ei de todo o coração" (Os 14,4).

Graças a Deus, isso não é para o passado. É para agora, para o presente. Estamos em tempo de infinita misericórdia, estamos vivendo a última evangelização. Não fique com medo, pois o Evangelho nos diz que Jesus voltará. Isso vai acontecer e precisamos estar cheios do "Espírito Santo", pois os acontecimentos que vivenciamos são de imoralidade. 
"Volte, mesmo com os seus pecados. O sangue de Cristo o
purifica, liberta e salva",
exorta monsenhor Jonas
 Graças a Deus, aqui na Canção Nova, ninguém assiste a novela. Mas, certa vez, ouvi o comentário que o autor de uma novela se surpreendeu, porque os telespectadores não se opuseram aos personagens maus. Ele notou que os personagens com mau-caráter foram mais aplaudidos do que os bons. Não sei quais foram os personagens, mas daí se percebe que o "mau" virou coisa "boa". Os maus são aplaudidos e os bons, julgados como bobos. Isso mostra a imoralidade em que vivemos.

Há uma frase que eu concordo: "Haverá uma hora em que clamaremos a volta do Senhor, pois não aguentaremos mais viver nesse mundo". Não demorará muito tempo para que isso aconteça, e a melhor coisa que faremos é, de fato, clamar a presença de Jesus.

O Senhor nos pede para evangelizarmos aqueles que estão mais distantes de Deus, justamente porque estamos nos últimos tempos. Os apóstolos fizeram a primeira evangelização e, agora, estamos vivendo o último tempo dela. Mas não temos culpa, pois somos as vítimas. No entanto, o Senhor não quer que fiquemos nesse estado de "fim de feira", por isso Ele vem e se rebaixa para encontrar algo de bom em nós. Graças a Deus, está achando coisas boas.

Quantas pessoas choram por ver seus pais andando por caminhos errados... ou talvez sejam os pais que choram. Por isso, o Senhor diz: "Volta, Israel, ao Senhor teu Deus". Volte, mas não para Deus culpá-lo, para que Ele possa amar você.

É uma dureza, uma angústia "carregar" uma pessoa que está numa vida errada. Muitas vezes, não conseguimos ser apóstolo em nossas próprias casas, mas resta-nos dobrar o joelho e rezar. Precisamos criar calos no joelho de tanto rezar. Se você não consegue evangelizar os seus, vá ao encontro dos outros, cuide deles e Deus providenciará alguém para evangelizar sua família.

Deus é fiel e Ele espera por você. Volte, mesmo com os seus pecados. O Sangue de Cristo o purifica, liberta-o e o salva. O Senhor liberta você dos males físicos, psíquicos e das doenças hereditárias.

O Espírito Santo derrama sobre nós os Seus dons. Ele, que é a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, derrama sobre você a "água viva".

Jesus o ama e quer curá-lo! Ele continua fazendo milagres e prodígios. Cristo está contigo e quer colocar a Sua mão sagrada sobre você, pois Sua mão é misericordiosa. Procure pronunciar bem baixinho o nome de Jesus e peça que Ele o cure.

Deus o abençoe.

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Fonte: www.cancaonova.com - Mensagem do dia (16/04).

Somos chamados a levar a Boa Nova

Toda e qualquer espiritualidade cristã tem como fundamento a Pessoa de Jesus. Ele mesmo explicou Sua missão na sinagoga de Nazaré, quando aplicou a Si as palavras: "O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque me ungiu. Ele me enviou para dar a boa notícia aos pobres, para curar os feridos, para proclamar a libertação dos escravos e pôr em liberdade os prisioneiros." (Isaías 61,0)

Hoje, continuamos a mesma missão de Cristo! Eu e você somos chamados a levar a Boa Nova, a levar esse Jesus vivo e vivido a todos aqueles que, por um motivo ou outro, não acreditam mais numa vida nova, não acreditam mais num mundo novo. Somos chamados a anunciar este novo céu e esta nova terra que virão.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de monsenhor Jonas Abib)
Fonte: www.cancaonova.com - Mensagem do dia (11/04).

O GLORIOSO São José


      A Tradição Católica consagra o mês de março ao Glorioso São José, esposo de Nossa Senhora e pai de Jesus, segundo a Lei. São José é chamado de patriarca. No Antigo Testamento, o patriarca era considerado um amigo de Deus, mas um amigo muito íntimo, pois Deus revelava seus desígnios ao patriarca até mesmo em sonhos. Foi durante um sonho que São José recebeu a revelação de Deus sobre a origem divina da gravidez de sua noiva. Foi durante um sonho que São José recebeu a ordem divina de fugir com sua família para o Egito, pois Herodes procurava o Menino para matá-lo. Foi ainda em um sonho que ele recebeu a ordem de voltar para sua pátria, pois Herodes já ha­via morrido. São José recebeu de Deus, através do anjo, a ordem para dar nome ao filho de sua esposa, Maria. Na Sagrada Escritura, "dar nome" significa tornar-se pai ainda que biologicamente não o seja. Ao tornar-se pai de Jesus, segundo a Lei, José, que era da descendência de Davi, inseriu o Menino Jesus na mesma descendência, a fim de que se cumprisse a Escritura, segundo a qual, o Messias deveria pertencer à descendência de Davi.
      Os Evangelhos não registram nenhuma palavra de São José. Registram apenas o seu silêncio. Não se trata de um silêncio qualquer. Trata-se do silêncio de alguém que está sempre atento para ouvir a Palavra de Deus e obedecê-La. Atento para descobrir o desígnio de Deus sobre a própria vida. O silêncio de São José é o silêncio do homem de vida interior, que se curva diante do mistério de Deus.
      São José é muito querido em toda a Igreja. É invocado como pro­tetor dos trabalhadores, pois ele mesmo foi um operário que man­teve, com seu trabalho, a sua família na existência. É invocado como Patrono da Igreja Universal. E com muita razão. A Igreja é a comunida­de reunida em torno de Jesus. E a primeira comunidade que se reuniu em torno de Jesus foi a família de Nazaré da qual São José era o chefe.
      Que São José interceda, junto de Deus, por todos os trabalhadores, pelas nossas famílias e pela Igreja presente no mundo inteiro!
Dom Benedito Beni dos Santos - Bispo da diocese de Lorena - SP
Retirado da Revista Canção Nova. Palavra da Igreja.

Seis passos para viver bem a Quaresma


Padre Paulo Ricardo
Foto: Elcka Torres
      A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairos, tempo da manifestação de Deus. Esse período tem como característica duas realidades muito importantes: 1ª: Olhar para Jesus; 2ª: Conversão.
      Nesse tempo, somos levados pela Igreja a seguir Jesus em Seus últimos momentos de vida na terra para – junto com Ele – aprendermos o que é o amor e a misericórdia. Quaresma é também conversão, revisão de vida e mudança de atitude. Tudo concorre para isso nesse período: a liturgia, os cânticos, as orações.
      É tempo de olhar para tudo o que temos vivido e como o temos vivido: nossos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, nosso relacionamento com Deus. Será que Ele tem sido o nosso tudo? Nossa relação com Ele é de confiança, de intimidade e amor?


Algumas atitudes nossas podem nos ajudar a mergulhar fundo nessa graça. Por exemplo:
1. Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.
2. Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.
3. Nas sextas-feiras, se for possível, medite as estações da Via-Sacra. Isso o ajudará a mergulhar no mistério da Paixão do Senhor.
4. Durante o tempo quaresmal se proponha a também fazer obras de misericórdia. Por exemplo: visitar um doente, visitar um asilo, levar alguma ajuda concreta a uma família mais carente, como roupas que você já não esteja usando ou alimentos. Tudo isso gerará em seu coração um sentimento de alegria por poder fazer algo de bom a alguém.
5. Quaresma também é tempo de perdoar e de pedir perdão. Se você tem alguém a quem precisa perdoar, peça a Deus a graça de conceder esse perdão e se foi você que feriu esse alguém, dê o passo em direção à pessoa e peça-lhe perdão. É tempo de reconstruir as pontes de reconciliação.
6. A confissão é fundamental nesse período, não deixe para a última hora, procure o sacerdote no decorrer da Quaresma para que, auxiliado pela graça desse sacramento, você colha todos os frutos desse tempo.
Fonte: Site Canção Nova

A importância dos sacramentos

Muitos católicos possuem dúvidas de fé, mesmo entre os mais inseridos em diversas pastorais. Diante desta realidade o Papa Bento XVI tem se pronunciado constantemente sobre a importância do estudo do Catecismo da Igreja Católica (CIC) para o revigoramento dos conteúdos fundamentais da fé. Prova disso é a Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio – PORTA FIDEI, na qual o Santo Padre proclamou que a partir de 11 de outubro a Igreja viverá o "Ano da Fé".
O Sumo Pontífice afirma, nesta carta, que no ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé e de formação dos cristãos neste tempo tão complexo. Certamente, o conhecimento da fé leva a uma vivência mais autêntica dos sacramentos e aproxima o homem dos mistérios de Cristo.
Mas o que são sacramentos? Quais são eles? Qual é a relação entre sacramento e fé? Por que eles são eficazes? O que é a graça sacramental? E outras perguntas deste gênero a respeito do sacramento são constantes na vida do cristão.
Fundamentado no Catecismo da Igreja Católica encontramos tais respostas que seguramente contribuem não apenas para o conhecimento intelectual, mas sobretudo para a intimidade com Cristo, razão única da vivência da fé. Os parágrafos 1113 a 1134 são dedicados ao Ministério Pascal nos Sacramentos da Igreja.
O Catecismo da Igreja Católica afirma que os  sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, mediante os quais nos é concedida a vida divina. São sete os sacramentos: Batismo, Confirmação – Crisma, Eucaristia, Penitência – Confissão, Unção dos enfermos, Ordem e Matrimônio.
Os sacramentos são necessários para a salvação, porque conferem as graças sacramentais como o perdão dos pecados, a adoção de filhos de Deus, a conformação a Cristo Senhor e a pertença à Igreja. O Espírito Santo cura e transforma aqueles que os [sacramentos] recebem. Estes sinais Cristo confiou à sua Igreja, portanto, os sacramentos são da Igreja, sendo ação de Cristo, e a edificando. Eles são eficazes porque é Cristo que neles age e comunica a graça que significam, independentemente da santidade pessoal do ministro, ainda que os frutos dos sacramentos dependam também das disposições de quem os recebe. Existe uma relação íntima entre os sacramentos e a fé, estes não apenas supõem a fé como também, por meio das palavras e elementos rituais, a alimentam, fortificam e exprimem. Ao celebrá-los, a Igreja confessa a fé apostólica, isto é, a Igreja crê no que reza.
Fonte: Catecismo da Igreja Católica
No Informativo Paroquial "Modelo Católico" iniciamos na primeira edição deste novo ano, uma catequese sobre "Os Sacramentos". No mês de janeiro foi abordado sobre o Sacramento do Batismo, neste mês de fevereiro confira sobre a Confirmação (ou Crisma).
Por PASCOM - Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Epifania do Senhor - onde a estrela parou

Com a festa de Epifania, a Igreja celebra a manifestação de Jesus ao mundo. Epifania, palavra de origem grega, significa manifestação externa, aparecimento.
No mundo helenista, a palavra era usada para exprimir a chegada de um imperador em visita aos territórios de seu domínio. O uso tradicional desta palavra, para indicar esta narrativa do nascimento de Jesus, em Mateus, induz a uma interpretação gloriosa deste nascimento.
Mateus apresenta Jesus como a luz e a glória de Deus para o povo de Israel, sendo a Ele que os povos vêm em adoração, em uma perspectiva universalista, a qual está presente também no pensamento de São Paulo, na segunda leitura do domingo da Epifania do Senhor.
A menção da estrela que guia os magos é uma alusão à estrela de Jacó, que, depois, se transformou na estrela de Davi, com seis pontas e doze lados, associando Jesus ao messianismo davídico. Assim também se dá com o nascimento em Belém, que era tida como a terra de origem de Davi. Todos estes acentos messiânicos o evangelista os fazia para convencer sua comunidade de cristãos originários do judaísmo que, em Jesus, se realizavam as suas expectativas messiânicas, conforme a tradição do Antigo Testamento.
A estrela que guiou os magos parou num humilde presépio, onde nascera o Menino Jesus e onde Maria e José permaneceram por algum tempo, cuidando, contemplando e adorando o Menino-Deus. A estrela leva a Jesus. O ambiente é rústico, simples e pobre, mas a estrela indica a grandeza do Filho de Deus, que se tornou humano para que nós pudéssemos nos tornar divinos.
Na nossa vida, o Espírito Santo também se faz estrela, conduzindo-nos a Jesus. Que cada um de nós, como os magos, aprenda a seguir, com admiração, interesse e amor essa estrela que sempre quer brilhar para nós.
Retirado do sitio da CNBB

Novena de Natal 2011

         No início de todo ano litúrgico, geralmente no final de novembro, a Igreja nos convida a fazer uma profunda preparação para celebrar o mistério do Natal do Senhor. O nascimento de Jesus exige de nós um  recolhimento interior para reverenciar, como os reis magos, o menino-Deus que nasceu no estábulo, mas que todo ano ainda quer renascer em nosso coração.
            Para uma adequada preparação, a Igreja nos dá um subsídio, em forma de encontros para oração em grupos, que conhecemos por “novena de natal”. Em cada advento, temos a oportunidade de reunir os vizinhos, familiares e amigos para meditar o natal, que não poder ser entendido exclusivamente como comes e bebes e troca de presentes. Natal é nascimento, aniversário, e todo aniversário tem um aniversariante, que deve ser o centro da festa.
            A novena de natal, além de uma seqüência de nove encontros de oração, é um tempo forte para evangelização. Há alguns anos, em nossa diocese, somos chamados a ir ao encontro dos afastados e não crentes para lhes anunciar a grande notícia que mudou a história da humanidade: “Um menino nos foi dado. Cristo nasceu, o Emanuel, Deus conosco. Aleluia!”.
        Portanto, não perca essa chance de preparar bem a manjedoura do seu coração. Natal é tempo de amor, fraternidade, oração e ação de graças a Deus. Junte-se a um grupo, prepare bem seu natal e seja um missionário. Você vai viver plenamente o sentido dessa grande festa e ainda vai ajudar o seu irmão fazer uma grande experiência do amor de Deus.
            Uma boa novena e um santo natal para todos!

Somos apenas semeadores

         As sementes precisam ser semeadas. Há muitos terrenos que esperam a semente do amor, da paz, e da Boa Nova. O trabalho de um semeador começa logo de manhã. Aos primeiros raios de sol de um novo dia ele já está trabalhando na lavoura. Prepara o terreno. Retira as sujeiras, para que o terreno encontre lugar propício para que a semente possa nascer bonita e viçosa. Retira as pedras que podem obstruir o nascimento de uma nova vida.
        O semeador sabe ainda que é preciso arar a terra. É um processo cansativo que custa ao semeador muito suor. Com a terra preparada é hora de semear os frutos. Realizada está etapa, o semeador conta com a ajuda do tempo. As chuvas irão irrigar o necessário para que a semente cumpra seu papel de nascimento. A primeira etapa do plantio depende da disposição e carinho do semeador. A segunda etapa depende da natureza.
        O processo de anúncio do Evangelho passa por este mesmo processo. Para que a Palavra de Deus seja anunciada é necessário que o terreno dos corações seja preparado. É preciso que ele esteja disponível para receber o que vai ser anunciado. Esta tarefa cabe ao semeador da Palavra de Deus. Uma vez anunciada a Palavra, Deus cuidará do crescimento e dos frutos.
         Somos apenas semeadores. E é bom que tenhamos consciência disso. A consciência de sermos apenas semeadores arranca de nosso coração o orgulho de acharmos que a semente da Vida Nova que nasceu na vida de alguém é mérito nosso! Não! De forma alguma. Apenas semeamos! Foi o amor de Deus que fez a semente da Boa Nova nascer, crescer e dar frutos.
        Nossa missão é semear. Nosso trabalho nos custa suor, lágrimas e muitas vezes não vemos resultado algum. Há dias que nos parece que tudo foi em vão. As chuvas tardam a chegar. A semente parece não brotar para a experiência de um novo tempo...
       Muitas vezes a esperança se divorcia das nossas expectativas. Queremos que a semente brote, cresça e de frutos. Acabamos nos esquecendo de nos reconciliar com o tempo de Deus. Por vezes deixamos de ser simples semeadores e nos tornamos donos da plantação. Perdemos-nos em nossos desejos de glória e queremos o reconhecimento que não nos pertence.
         É Deus quem cuida. O tempo é de Deus. Ele é o dono da plantação. Nós apenas recebemos as sementes. E se recebemos a semente foi porque um dia alguém também semeou em nossos corações. Só se torna semeador da Boa Nova quem um dia deu frutos nas plantações de Deus. As sementes que semeamos são aquelas que têm como matriz os frutos do amor de Deus.
        Os frutos do amor de Deus em nós nos presenteiam com sementes para novas experiências de um novo tempo em muitos corações. Só temos as sementes da Boa Nova porque um dia Deus nos enviou semeadores até nós... Somos frutos de uma plantação de amor gratuito!
Autor: Pe. Flávio Sobreiro


Para ler outros artigos do autor acesse: http://www.flaviosobreiro.com/

Comunhão dos santos

No início de novembro celebramos a Solenidade de Todos os Santos e Dia dos Fiéis Defuntos. São celebrações, como a de Finados, que nos unem aos nossos irmãos e irmãs já falecidos, que se encontram na casa do Pai, “onde existem muitas moradas”, e, muitos já fazem parte na comunhão dos santos da Igreja celeste como os Santos e Santas.

O ensino católico da oração que fazemos está unido intimamente ao dogma de suma importância para compreendermos a nossa íntima união com os falecidos: o dogma da comunhão dos santos. Santos, aqui compreendidos, não são apenas os santos canonizados pela Igreja pura e simplesmente, mas todos aqueles que pelo batismo juntam-se aos que creem na Palavra do Senhor Jesus (cfr. Catecismo da Igreja Católica 958).

Com o termo comunhão dos santos afirmamos a existência de uma íntima união sobrenatural entre todos os que são membros do Povo de Deus.

Nessa comunhão estão todos os crentes que foram incorporados pelo batismo na Igreja. Pelo nascimento da água e do Espírito nos tornamos parte do corpo místico de Cristo, Sua Igreja. Tornamos-nos nela membros, uns com os outros, enquanto comunhão de vida na oração e na liturgia.

Todos os que são de Cristo, estão unidos a Cristo. A vida de cada um é ligada de forma única e essencial em Cristo e por Cristo, o que não exclui a vida sobrenatural na Igreja.

Aliás, a Igreja é essencialmente uma comunhão dos santos, tanto entre os fiéis ainda caminhantes para a eternidade, como para os que já nesta se encontram.

É um vínculo de amor e uma abundante e permanente troca de bens espirituais, que a todos beneficia na santidade.

Existe uma comunhão espiritual que nos une a todos os batizados, aqueles que morrem na fé e na graça, laços estes que não se rompem com a morte.

A oração não tem limites, e seu poder não diminui nem com a distância nem com o passar do tempo. Como fruto de amor, ela é como um feixe de luz que penetra em nossa alma e nos coloca na presença do Salvador. Nós, cristãos desse mundo, não cortamos os nossos laços com a Igreja que já se encontra na presença do Pai, mas os que estão lá contam com as nossas orações, como nos diz a sua palavra: os que se aproximaram “da montanha de Sião, do Deus vivo, da Jerusalém celestial, e das miríades dos anjos”, e que fazem parte da “assembleia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição.” (Hb 12, 22-23).

A amor de Deus precisa está em nossos corações!


 Eu sou feliz. E você? 
Márcio Todeschini
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
As surpresas de Deus em nossas vidas acontecem a todo momento, por isso devemos estar atentos aos sinais. A vontade d'Ele, muitas vezes, pode não ir ao encontro do que buscamos, mas é inútil lutar contra os desígnios de Deus. É uma batalha perdida, porque Ele sabe o que é melhor para nós.

Deus nos marca de formas distintas. Geralmente, em nosso encontro pessoal com Ele, somos tocados por uma Palavra, e essa passagem deve ser direção na nossa vida, pois não nos foi dada por acaso.

Felizes são aqueles que esperam, pois esperam no Senhor. Mas nós só vamos experimentar o poder dessas palavras se, realmente, optarmos por Jesus hoje. É necessário que renunciemos e abdiquemos de nossas vontades pela vontade d'Ele.

A nossa meta deve ser a eternidade, pois a real felicidade está lá, na intimidade que recebemos quando escolhemos por Ele. Nós encontramos o amor fecundo e verdadeiro do Pai que, em alguns casos, perdemos durante a nossa vida.

Aquele que fez sua experiência com Jesus e encontrou o amor d'Ele, deseja a vinda gloriosa de Cristo e não teme a morte, pois sabe que é apenas a porta para a eternidade. Assim como São Francisco, que chama a morte de irmã, via nela a possibilidade de ter seu encontro definitivo com o Senhor.

Para ler a pregação completa acesse o link abaixo:


A Palavra de Deus e a Igreja

(Formação sobre a Verbum Domini)

A Palavra de Deus foi pronunciada pelo Senhor para que os seus filhos a acolhessem por meio do Verbo (Jesus). Porém, esta Palavra não foi só acolhida como também rejeitada por alguns. Isso significa “não ouvir a voz de Deus”. Nós somos chamados a ouvir, aceitar a Palavra e, olhando para a nossa fragilidade, tomando consciência do pecado e abrindo sinceramente ao encontro com Cristo, começar uma transformação radical, que é tornar-se filho de Deus. Com isso, as nossas atitudes devem mudar, devemos ser mais abertos ao acolhimento da Palavra nas Celebrações, nos grupos, nas pessoas, quando nos dizem algo que brota do amor de Deus e para nossa edificação. A transformação que deve acontecer na vida deve ser de se tornar semelhante a Cristo, pois os que são batizados tornam-se filhos de Deus no Filho.
Toda a relação de Cristo com o Pai e a Igreja não pode ser considerada como um fato passado, mas trata-se de um fato presente para nós hoje. “A contemporaneidade de Cristo com o homem de cada época realiza-se no seu corpo, que é a Igreja” (Papa João Paulo II). A Igreja é a comunidade que anuncia a Palavra de Deus, nos Sacramentos e na Liturgia. Através dela nós podemos comunicar com Deus, onde Ele fala (proclamação do Evangelho, leituras bíblicas, a homilia...) e nós temos a oportunidade de responder de acordo com a aceitação de cada um e o efeito que produz em nossos corações.
Neste mês somos convidados a deixar ser conduzidos pelo Espírito de Cristo e aceitar a Palavra na nossa vida, assim ela será eficaz na Igreja que somos nós.
 Em sentido genérico, é o livro oficial, segundo o qual a Igreja celebra a sua Eucaristia pelo Padre. Tem uma primeira parte com as orações que se dirigem a Deus de acordo com o tempo litúrgico, para cada dia e cada domingo do ano. Comumente chamado Missal ou livro do altar, e uma segunda com as leituras bíblicas ao longo de todo o ano, o Leccionário.


Em sentido genérico, é o livro oficial, segundo o qual a Igreja celebra a sua Eucaristia pelo Padre. Tem uma primeira parte com as orações que se dirigem a Deus de acordo com o tempo litúrgico, para cada dia e cada domingo do ano. Comumente chamado Missal ou livro do altar, e uma segunda com as leituras bíblicas ao longo de todo o ano, o Leccionário. 


Por Seminarista Reginaldo
Aparecida, o rosto de Maria à brasileira. 

No mês de outubro comemoraremos a nossa padroeira, Nossa Senhora Aparecida, tão querida ao povo brasileiro, que do seu trono, espalha graças e mais graças a todos os que recorrem a Ela pedindo a intercessão junto a seu Filho Jesus.

Para quem vai ao Santuário Nacional de Aparecida e, ao passar diante daquela “imagenzinha”, pára por lá um instante (e eu o faço sempre que vou lá), pode ver tamanha expressão de fé do povo devoto da Senhora Aparecida. Quantos olhares voltados para aquele leve sorriso que a imagem traz no rosto. Quantos pedidos, quantas súplicas! Quantos agradecimentos passam aos pés de Nossa Senhora Aparecida. Indo ao santuário experimentamos esta forte presença da Mãe nos indicando a fazer tudo o que Jesus nos disser...
Por Padre Rodrigo Alberti
MATÉRIA COMPLETA na edição de outubro do Informativo Paroquial MODELO CATÓLICO.



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