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Conheça o significado da QUARESMA

Por que a Igreja utiliza a cor roxa nesse tempo?

Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".

Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.

Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.


Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.


Por que a cor roxa?

A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitência e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.


Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. É costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário.

Qual o significado destes 40 dias?

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

O JEJUM

A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.

Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.

O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.


Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?

A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.

Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.

Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?

As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.

Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e, portanto, o resgate dos pecadores.

Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15:00h. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.

No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.


Fonte: CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil


Diácono Paulo Roberto de Oliveira


Encerramos as Vias Sacras nas ruas e comunidades.

  Por mais um ano a comunidade católica percorreu em oração as ruas dos bairros  que envolvem a Paróquia vivenciando e acompanhando o Senhor Jesus em seus sofrimentos, do Tribunal de Pilatos até o Monte Calvário.

Confira abaixo como foram esses momentos...


         A 1ª Via Sacra e missa nas ruas de nossa paróquia, 15 de fevereiro/2013, no bairro Quinta Mariana, setor de São Sebastião.

          A segunda Via Sacra nas ruas foi realizada nesta terça-feira, 19 de fevereiro, um dia antes da igreja ser reaberta pelo bispo diocesano Dom Gregório. O local estava fechado e sem celebrações pelos fiéis desde dezembro de 2012, devido a um assalto ocorrido no interior da instalação, onde ocorreram profanações com hóstias consagradas no sacrário.

          No dia 22/02 aconteceu mais uma Via Sacra nas ruas dos bairros da paróquia. Neste dia foi nas ruas do Bananal e o encerramento com a Santa Missa ocorreu na Igreja de Sant'Ana. Os paroquianos marcaram presença e o momento marcante foi a missa celebrada a luz do luar pela falta de energia elétrica que ocorreu durante a missa. 

           A Via Sacra do centro de Parada Modelo, (01/03), pelo 2º ano consecutivo, não aconteceu pelas ruas do bairro devido ao tempo chuvoso. Foi tudo transferido para a matriz localizada no bairro, Via Sacra e missa.

      Nas ruas do bairro Jardim Modelo, aconteceu (8) a penúltima Via Sacra. O encerramento foi com a celebração da Santa Missa na casa do casal Serginho e Fabiana. 

            Devido ao mal tempo última Via Sacra programada aconteceu na Igreja, no dia 22/03. O Setor Santo Agostinho, encerrou a participação dos setores e comunidades. 


Por 



Fotos: Glauco Gomes, Carlos Alberto Ferreira, Marlucia Vasconcelos e Alex Marcelino.

           

Os quatro caminhos para uma boa quaresma


Reflexões de Frei Patricio Sciadini


Sempre que chegamos na 4ª feira de Cinzas nos perguntamos: e agora, o que devo fazer para me preparar para a Pascoa?

Passou a onda do carnaval e começa o caminho sério e de conversão. Há muitas pessoas que acham que recebendo as cinzas tudo está resolvido, fez tudo. Na verdade as cinzas são um sinal de conversão, de uma mudança de vida interior.

Este ano fomos surpreendidos pelo gesto do Papa Bento que quis tomar uma decisão para nos recordar, a cada um de nós, que somos servos e não senhores dos serviços que fazemos.

Mas quais caminhos seguir?

1. A Oração: no tempo da Quaresma, a Igreja nos convida a rezar mais, participar mais das celebrações liturgicas, em todas as igrejas nas sextas-feiras ( `as vezes também em outros dias) acontece a Via SAcra, ler mais a Biblia, sentir que Deus está mais perto de nós. Fazer todos os dias, pelo menos um pouco de oração pessoal.

2. Jejum, mas qual jejum? O jejum que Deus mais gosta é o jejum do "pecado do mal e do orgulho". Sermos capazes de vencer o mal que está dentro de nós. É claro que nisto nos ajudam algumas mortificações praticas: quem sabe perder menos tempo no computador, na internet, na tv; menos "festanças e comilanças", falar menos mal dos outros, "dominar a língua"...

3. Esmola: para dar esmola é necessário privar-se de alguma coisa; não somente os ricos devem "jejuar e dar esmola" mas todos nós, cada cristão. Quem não pode dar 10, dê 5, não pode 5, dê 1 e quando não pode 1 e meio, todos temos possibilidade de nos ajudar reciprocamente. Ajudar os outros com nossos sacrifícios.
Mas qual é a melhor esmola que podemos dar? É o amor e o perdão e receber amor e perdão dos outros. Jesus também pediu esmola:"Dai me de beber" e deu esmola, deu a si mesmo, água da vida.

4. Humildade: é a lição do gesto do Papa Bento XVI. Estão dizendo muitas besteiras, se inventam coisas e se imaginam coisas. Eu sou assim: "creio que o que o Papa diz na sua carta é a verdadeira motivação". Sermos humildes significa saber aceitar nossas qualidades e nossas limitações.

Roma, 18 de Fevereiro de 2013 (Zenit.org). Frei Patrício Sciadini

A celebração da Páscoa foi marcada por missas lotadas na paróquia

Páscoa, Jesus Ressuscitou, Aleluia! Aleluia!

No domingo de Páscoa tivemos a missa das 08 horas manhã, sendo também o domingo dedicado ao dízimo e aos batizados na paróquia. A matriz estava lotada e durante a celebração as crianças presentes participaram de atividades sobre a Páscoa no salão paroquial com o Grupo Sementinha. Encerrando a Santa Missa o Pe. Rodrigo junto com os fiéis presente percorreram entorno da matriz com o Santíssimo.

Na missa da noite aconteceu a Primeira Eucaristia dos Catecúmenos e o encerramento da Semana Santa, com benção do Santíssimo Sacramento e Coroação de Nossa Senhora. Para a surpresa dos paroquianos participou da celebração o Seminarista Reginaldo que veio nos visitar.


Jamais se celebrou Páscoa semelhante, desde a época dos juízes que tinham regido Israel, e durante todo o tempo dos reis de Israel e de Judá. (II Reis 23,22)


Por Pascom - P. N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex Marcelino e Juliara Vasconcelos

Os fiéis se emocionaram durante a Solene Vigília Pascal

"Fora depositado num sepulcro novo"
Missa da Vigília Pascal
 O Padre Rodrigo iniciou a celebração da noite do Sábado Santo com a fogueira realizando a Benção do Fogo Novo e o acendimento da vela do Círio Pascal que entrou em procissão juntamente com outros símbolos até o altar, momento iluminado à luz das velas acesas pelos fiéis presentes. Assim deu iniciou a grande festa solene que contou com oito leituras litúrgicas acompanhadas dos salmos. Nelas o Senhor já manifestava os seus ensinamentos, as suas promessas e a sua grande misericórdia. O momento aguardado por todos acontece, rompendo com a escuridão das trevas de forma triunfante, com a explosão do Glória! Glória! Aleluia!, onde o Senhor Ressuscitou em meio a grande luz da vida cristã – a vitória sobre a morte.
Durante a Liturgia Batismal tivemos a benção das águas e o inesquecível Batismo dos catecúmenos – quatro adultos da paróquia – que deixou a Assembléia presente emocionada.
Fechando a Semana Santa de forma triunfante o Pe. Rodrigo conduziu com muita festa a procissão que marcava a Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo, com o passeio do Santíssimo pelas principais ruas de Parada Modelo, levando publicamente a grande notícia: Jesus ressuscitou, Ele vive e reina em nosso meio para sempre!
Por Pascom - P. N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex Marcelino

Malhação e Queima do Judas

Aconteceu no Sábado Santo, após às 12:00 h. 
Participaram as crianças da catequese, catequistas, jovens e alguns fiéis da paróquia.



Por Pascom P. N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex Marcelino

Procissão da Soledade de Maria - Depois do silêncio vem o milagre.

O Sábado Santo é dia de oração silenciosa e de profunda contemplação junto ao túmulo de Jesus. São horas de solidão e de saudade... É ocasião para acompanharmos Nossa Senhora da Soledade e as santas mulheres junto ao túmulo de Jesus, sentindo com elas a medida do amor que Cristo suscita nos corações que O conhecem de perto.


Às 5 da manhã deste dia, acompanhamos a Nossa Senhora sentindo também suas dores na procissão da soledade de Maria, que saiu da Capela de Sant'Ana no Bananal para a Paróquia de N. Sra. D'Ajuda em Guapimirim. Participaram os fiéis da Paróquia de N. Sra. Aparecida e N. Sra. D'Ajuda. Foram momentos de silêncio, de dor, de tristeza, de reflexão, todos solidários a Maria e a espera do milagre - A Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Por Pascom - P. N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex Marcelino

Silêncio, oração e recolhimento expressam a Sexta-feira Santa

"Inclinando a cabeça, expirou..."

      A celebração da Sexta-feira Santa através da liturgia e a adoração da cruz convida aos fiéis a contemplar silenciosamente Jesus pregado na cruz para nos libertar do pecado e nos reconciliar com Deus. A adoração da Cruz pelos fiéis, que beijam as chagas de Cristo, expressa toda a emoção da fé diante do sofrimento do Senhor. O centro da celebração é a cruz de Cristo e a cor litúrgica é o vermelho, cor do sangue de Jesus, derramado, livremente, e por amor, por toda a humanidade.
      Nesta tarde, o Administrador Paroquial, Padre Rodrigo Alberti  presidiu a celebração da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, com a presença de muitos fiéis, que ao final fizeram a adoração da Cristo na cruz, lembrando a morte de Jesus. O evangelho, com a narrativa lembrando os últimos momentos de Cristo, antes de sua morte, foi lido pela equipe litúrgica.
      Em sua homilia, Pe. Rodrigo frisou que Jesus teve um grande amor por todos e seu maior gesto foi sua entrega na cruz. “O amor de Deus não se manifesta apenas hoje, mas sempre em nossas vidas. Ele nos faz compreender que somos seus filhos”.
      Dando continuidade a programação do dia, os fiéis caminharam até a capela de Sant'Ana para assistir a Piedosa e emocionante cerimônia do descendimento de Jesus da cruz, que foi encenada por paroquianos. Em seguida todos presente saíram em procissão com a imagem do Bom Jesus pelas ruas em direção à Matriz e chegando lá puderam venarar a imagem de Jesus morto.
       A Sexta-feira Santa é o segundo momento do tríduo pascoal, porque depois deste passo, nós celebramos a ressurreição, a grande mãe de todas as vigílias, quando fazemos nossa opção por Deus e com ele ressuscitamos.
Por Pascom - P. N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex Marcelino e Juliara Vasconcelos
Fonte: www.a12.com.br

Diocese recebe Dom Alano na celebração da Missa do Crisma

     Na manhã do dia 5 de abril, o Arcebispo emérito de Niterói, Dom Alano Maria Penna, presidiu a Santa Missa, juntamente com sacerdotes, diáconos, religiosos e seminaristas de toda a diocese, na Catedral de Petrópolis, para a celebração da Missa do Crisma, com a benção dos óleos dos catecúmenos e para a renovação das promessas sacerdotais. Nesta Celebração Solene, os presbíteros renovaram seus compromissos sacerdotais assumidos no dia da sua ordenação com o propósito de permanecer, com a ajuda de Deus, fiéis a sua vocação.
     A Quinta-feira Santa é muito especial para toda a Igreja, principalmente para os sacerdotes, pois, a Igreja revive neste dia a instituição da Eucaristia e do sacerdócio ministerial.

      Na Quinta-feira Santa, o óleo de oliva, misturado com perfume (bálsamo), é consagrado pelo bispo para ser usado nas celebrações do batismo, crisma, unção dos enfermos e ordenação. O motivo de se fixar essa celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este o último dia em que se celebra a Santa Missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:
Óleo do crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, cujo significado é a plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar "o bom perfume de Cristo". É usado no sacramento da confirmação (crisma). 
Óleo dos catecúmenos - Catecúmenos são os que se preparam para receber o batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Esse óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e o prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito.
Óleo dos enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como "extrema-unção". Esse óleo significa a força do Espírito d e Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa ao enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus.
Fontes: www.diocesepetropolis.org.br e www.cancaonova.com.br

Quinta-feira Santa - Início do Tríduo Pascal

"Eu vos dou um novo mandamento"

 A Igreja, com o mesmo amor de Jesus pelos homens, celebrou na Quinta-feira Santa o mistério da instituição da Eucaristia e realizou novamente a cerimônia dos lava-pés. Para entender o que significa esse belo sinal de Cristo, precisamos voltar ao tempo e entender a cultura judaica. Todo aquele que se sentava à mesa, tinha que passar pelo rito da purificação exterior, caracterizado pelo ato de lavar-se. Normalmente esse gesto era realizado pelos servos.


Quando Jesus se despojou de Suas vestes e colocou o manto dos servos para lavar os discípulos já causou grande espanto, o primeiro gesto do Rei que se despoja de Seu manto glorioso e se rebaixa como servo. Pedro, assustado a princípio, queria impedir o Senhor de realizar tal ato, mas foi exortado imediatamente por Ele, não lhe restando outra atitude a tomar a não ser a de suplicar ao Mestre que não apenas lavasse os seus pés, mas sim, todo o seu corpo.

Jesus purifica os discípulos por meio de Suas palavras e gestos, assim, nós somos chamados a entrar com Ele em Seu mistério, e purificados pelo Senhor, mudar toda a nossa forma de existir e de pensar, nos colocando a partir disso como servos dos homens.

Em nossa paróquia relembramos a última ceia de Jesus Cristo com os doze Apóstolos - manifestação profunda do amor de Deus por nós, e vivenciamos estes gestos durante a missa de Lava-pés celebrada por nosso pároco que também despojou de suas veste...

Após a celebração aconteceu a transladação do Santíssimo Sacramento que seguiu em procissão para o salão paroquial, onde foi montado a capela para adoração dos fiéis, permanecendo até a meia noite.
Por Pascom Paróquia N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex e Carlos Alberto
Fonte: www.cancaonova.com

4ª feira SANTA - Procissão do encontro: "Da dor a esperança"

"Grande como o mar é a tua tristeza"
      Dentro da Semana Santa, na quarta-feira, dia 04 de abril, aconteceu a “Procissão do Encontro” entre o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. De um lado os homens saíram com a imagem de Nosso Senhor da Capela de S. José após terem participado da celebração da palavra; e de outro, as mulheres saíram com a imagem da Virgem Dolorosa da Capela de Sant'Ana após a participação na Santa Missa. Aconteceu, então, o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. É o Filho que se encontra com a Mãe.
     Toda a cerimônia  teve momentos oracionais, cantos (canto de Verônica) e a meditação dos sete sermões, as sete (e últimas) palavras pronunciadas por nosso Senhor Jesus antes de sua morte. Em clima de oração e silêncio, fiéis acompanharam as meditações, entrando no mistério profundo deste tempo, desta Santa semana. 
      Fomos convidados, pelo Pe. Rodrigo, a meditar sobre cada frase dita por Jesus em Seu momento de profunda dor, conhecido como Sermão das Sete Palavras de Jesus na Cruz:
1)"Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem"
2)"Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso".
3)"Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!"
4)"Eli, Eli, lema sabachtani? - Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?"
5)"Tenho Sede!"
6)"Tudo está consumado!"
7)"Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!"

Por Pascom - Paróquia N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex, Vania e Marlucia

3ª feira SANTA - Procissão de Nossa Senhora das Dores

"Olhai e vede se há dor semelhante à minha dor"

       Na noite de 3ª feira os paroquiano saíram em procissão do Depósito de N.Sra. das Dores para a Capela de Santana, após a Santa Missa celebrada às 19:30 h.
      Chegando a capela mais uma vez todos foram surpreendidos com cenário exposto, momento marcado por grande comoção elucidado pela narrativa do Padre Rodrigo.

Por Pascom - Paróquia N. Sra. Aparecida
Fotos: Alex, Vania e Marlucia.

Fiéis percorrem ruas do bairro procissão do Depósito do Senhor

"Ele carregou sobre si as nossas dores"

       Na noite de segunda-feira (02) diversos fiéis estiveram presentes na matriz de N. Sra. Aparecida para a celebração da missa no segundo dia da Semana Santa. No final da missa o padre convidou a assembleia a participar da procissão de relembra a prisão de Jesus, conhecida como “Procissão de Depósito”.


        O padre explicou que essa prática de piedade se originou na Idade Média, em países europeus como Portugal e Espanha, onde são realizadas até hoje. Na época da colonização do Brasil os portugueses trouxerem esses ritos como práticas da Semana da Paixão, que desde então foram absorvidas em alguns estados e cidades brasileiras. Ele lembrou que em Minas, ainda são bem presentes as confrarias e irmandades que caminham à noite levando a imagem do senhor Morto coberta, de uma igreja para outra.
        A chegada aconteceu na capela de São José, onde teve a representação da cena de Jesus no patíbulo, local em que foi zombado pelos soldados romanos que o vestiram com um manto vermelho e puseram uma cana em sua mão imitando um cetro real. Foi um momento de fé e penitencial para toda a comunidade.
         O que a Igreja reflete na Segunda-feira Santa? Nesse dia, Jesus foi a um jantar na casa de amigos, numa aldeia chamada Bethânia. Maria, irmã da Marta, perfumou o Senhor com uma essência cara, o que, para os judeus, significava um gesto de amor e de acolhida. O ato causou crítica por parte de Judas, que achava desperdício banhá-Lo com perfume caro, em vez de vender o frasco para repartir o dinheiro com os pobres. O Senhor, porém, respondeu-lhe: “Pois os pobres vocês sempre terão com vocês, e poderão ajudá-los sempre que o desejarem. Mas a mim vocês nem sempre terão”.

Por PASCOM - Paróquia N. Sra Aparecida
Fotos: Alex, Carlos Alberto, Vania e Marlucia
Fonte: www.cancaonova.com (Especial Semana Santa)

DOMINGO DE RAMOS

"Os filhos dos hebreus com ramos de oliveira..."

       Na manhã do dia 1º de abril, celebramos o "Domingo de Ramos" com muita intensidade. A procissão de ramos saiu da capela de Sant'Ana no bairro Bananal, após benção dos ramos, com destino a Paróquia no centro de P. Modelo, com a participação das comunidades, pastorais e movimentos, e o Pe. Rodrigo relembrou a entrada triunfante de Jesus em Jerusalem montado num jumentinho. Chegando em procissão na Matriz todos participaram da Santa Missa iniciada com o "Hosana"  e viveram momentos de fortes emoções. Durante a celebração o Padre Rodrigo ressaltou que devemos cada vez mais mergulharmos nos mistérios da salvação, assim como Jesus se deu na causa da salvação da humanidade, como aquele Cordeiro Imolado que se deu por nossas culpas para nos redimir para a eternidade. 
         A missa da noite foi celebrada na penumbra, levando os fiéis presentes a momentos de meditação.
        A história deste Ato Litúrgico: O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa, relembrando a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de passar pela Paixão, Morte e Ressurreição. Esse domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde Cristo passava montado num jumento.


Por PASCOM - Paróquia N. Sra Aparecida
Fotos: Alex, Vania e Marlucia
Fonte: www.cancaonova.com (Especial Semana Santa)
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