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Papa Francisco envia mensagem pela Semana Nacional da Família

No último dia 6 de agosto, o Papa Francisco enviou uma benção apostólica para os fiéis, comunidades e paróquias que participam, no Brasil, da Semana Nacional da Família. A programação, que ocorre entre os dias 11 e 17 de agosto, faz a reflexão do tema “Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família”. O evento é animado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB. 

A seguir, a íntegra da mensagem do Papa Francisco: 

Vaticano, 6 de agosto de 2013 

Queridas famílias brasileiras, 

Guardando vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas durante a recente visita ao Brasil, me sinto feliz em saudá-las por ocasião da Semana Nacional da Família, cujo tema é “A transmissão e a educação da fé cristã na família”, encorajando os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos” (Carta Enc. Lúmem Fidei, 53). Neste sentido, os pais são chamados a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus. De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida. Fazendo votos de que vocês, queridas famílias brasileiras, sejam o mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé e como penhor de graças do Alto, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo a Benção Apostólica. 
Francisco

Fonte: site CNBB

Dom Gregório Paixão ordena 22 diáconos permanentes


A Diocese de Petrópolis conta agora com 23 diáconos permanentes, sendo que 22 foram ordenados domingo, dia 17, na Catedral São Pedro de Alcântara, com missa presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Gregório Paixão. “Queridos diáconos nunca se esqueçam dos pobres, evangelizem, começando por vocês e em suas famílias, mais, principalmente nunca se esqueçam do primeiro amor, que é dado a Jesus Cristo e a quem passa ao nosso lado”, afirmou bispo.

A missa, contou com a presença dos sacerdotes da Diocese de Petrópolis, principalmente das paróquias de origem dos novos diáconos permanentes e também do Bispo de Itaguaí, Dom Ubiratan, que foi padrinho de um dos diáconos. A Catedral de Petrópolis estava lotada com amigos e familiares que ao final da missa cumprimentaram os diáconos.

Durante a homilia, Dom Gregório Paixão falou da missão do Diácono Permanente que é o anúncio do Evangelho, ajudando o bispo e os padres nas paróquias no trabalho junto às comunidades. O bispo ressaltou ainda que a missão principal do diácono é viver a caridade, que deve ser exercida junto aos mais necessitados.

“Uma grande alegria inunda nosso coração, esta tarde (domingo) não é mais uma em nossa Diocese, mas marca um fato histórico, 22 homens se dão em missão para cumprir a tarefa que Jesus pediu que sejam discípulos e missionários do senhor, pregando na alegria a palavra do senhor e de um modo especial acolhendo as tarefas que pede a igreja, no serviço aos mais pobres, aos tristes, aos esquecidos e necessitados, levando Jesus e vivendo a alegria de terem escolhido o melhor. Eles vão nos alegrando com testemunho vivo”, frisou Dom Gregório Paixão.

Os 22 diáconos permanentes são:

Petrópolis
Adilson José Brand – Paróquia Santa Clara
Claudio Nelson Portilho – Paróquia Nossa Senhora do Amor Divino
João Henrique Medeiros Nunes – Paróquia São José de Itaipava
Paulino Candido de Assis – Paróquia Nossa Senhora Aparecida
Marco Aurélio de Carvalho – Paróquia São Pedro de Alcântara
Sergio Aníbal Gonzalez Alonso – Paróquia Santo Antônio
Francisco Carlos de Assis Borchio – Paróquia São José de Itamarati
Paulo Munck Machada – Paróquia Nossa Senhora de Fátima

Magé
Getúlio de Paula Paim – Paróquia Nossa Senhora da Piedade
Adriano de Azevedo Pereira – Paróquia São Nicolau
Vagner Corrêa de Lima – Paróquia Nossa Senhora da Conceição e Santo Aleixo
Alceir Marchon – Paróquia Nossa Senhora da Conceição e Santo Aleixo
Neilo Pinto Carneiro – Paróquia Nossa Senhora da Conceição e Santo Aleixo
Roberto Pinheiro de Siqueira – Paróquia Nossa Senhora da Guia
Tony Ricardo dos Santos Batista – Paróquia Nossa Senhora da Conceição e Santo Aleixo

Guapimirim
Paulo Roberto de Oliveira – Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Teresópolis
Sebastião Lobato Fernandes – Paróquia Santa Teresa
Geraldo Luiz da Costa Guarilha – Paróquia Sagrado Coração
Paulo Fernando Devide Gimenes – Paróquia Sagrado Coração
Roberto Cardoso Nunes – Paróquia Sagrado Coração
Helvécio Cordeiro Póvoa – Paróquia Santo Antônio

Paraíba do Sul
Flávio Brasil – Paróquia Sant’Anna de Inconfidência

Fonte: Site da Diocese de Petrópolis 

O Primeiro Ângelus do Papa Francisco


Na primeira ocasião de presidir o Ângelus na Praça de São Pedro em seu Pontificado, o Papa Francisco assegurou que Deus “é o Pai amoroso que perdoa sempre e cujo coração está cheio de misericórdia para todos nós”.

Diante de uma multidão de dezenas de milhares de fiéis reunidos em Roma, o Santo Padre expressou sua felicidade por saudar todos “no domingo, no dia do Senhor”.

“Isto é belo e importante para nós cristãos, reunir-nos no domingo, saudar-nos, falar entre nós como agora aqui, na praça. Uma praça que, graças aos meios de comunicação, tem a dimensão do mundo”, assinalou.

O Papa indicou que “neste quinto domingo de Quaresma, o Evangelho nos apresenta o episódio da mulher adúltera, a qual Jesus salvou da condenação à morte. Comove-nos a atitude de Jesus: não escutamos palavras de desprezo, não escutamos palavras de condenação, só palavras de amor e de misericórdia, que convidam à conversão”.

LEIA MATÉRIA COMPLETA


Rezemos pela Igreja e pela escolha do novo sucessor de Pedro


Começa nesta terça-feira (12) o conclave que elegerá o próximo papa. A partir de agora, 115 cardeais procedentes de 50 países se reunirão a portas fechadas para escolher o 266º papa da história da Igreja, no segundo conclave do terceiro milênio, que começa sem um candidato favorito e em meio a uma divisão dos eleitores.

Para ser eleito papa é necessário obter dois terços dos votos dos cardeais eleitores em todas as votações. Como o total é de 115, será preciso receber 77 votos.



Bento XVI convida Igreja a superar "orgulho e egoísmo" em seu penúltimo Angelus


O Papa Bento XVI convidou neste domingo, 17, os membros da Igreja a superarem o “orgulho e egoísmo” nas suas vidas e pediu orações por si e pelo seu sucessor, a poucos dias de concluir o pontificado por ter apresentado a renúncia.
“Peço-vos que continueis a rezar por mim e pelo próximo Papa, bem como pelos exercícios espirituais, que vou começar nesta tarde com os membros da Cúria Romana”, disse o Papa, em espanhol, diante de aproximadamente 50 mil peregrinos reunidos na Praça de São Pedro para a recitação do Angelus.

''Peço-vos que continueis a rezar por mim e pelo próximo Papa...'', convidou Bento XVI

Num dos últimos encontros com peregrinos antes de 28 de fevereiro, Bento XVI mostrou-se "profundamente agradecido" pelas “orações e apoio” que tem recebido por parte dos fiéis desde que apresentou a sua resignação, na segunda-feira, 11.
A tradicional catequese destes encontros de oração foi dedicada ao episódio do evangelho das “tentações” de Jesus, a partir das quais o Papa alertou para a necessidade de os católicos rejeitarem os apelos “do egoísmo e o orgulho, do dinheiro e do poder”.
“A Igreja, que é mãe e mestra, chama todos os seus membros a renovar-se no espírito, a reorientar-se decididamente para Deus, renegando o orgulho e o egoísmo para viver no amor”, declarou.
Bento XVI referiu que Jesus teve de “desmascarar e recusar as falsas imagens do Messias” que se revelavam também “falsas imagens do homem, que em todos os tempos seduzem a consciência, travestindo-se de propostas convenientes e eficazes”.
“Neste Ano da Fé, a Quaresma é um tempo favorável para redescobrir a fé em Deus como critério-base da nossa vida e da vida da Igreja. Isso comporta sempre uma luta, um combate espiritual”, acrescentou.
Segundo o Papa, o “núcleo central” das tentações consiste em “instrumentalizar Deus para os próprios fins” dando mais importância “ao sucesso e aos bens materiais”.
“Desta maneira, Deus torna-se secundário, reduz-se a um meio, torna-se definitivamente irreal, já não conta, desvanece-se. Em última análise, nas tentações está em jogo a fé, porque está em jogo Deus”, precisou.
A intervenção de Bento XVI deixou votos de que a Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa iniciado esta quarta-feira, seja para os católicos “caminho de uma autêntica conversão para Deus e tempo de partilha intensa” da fé em Jesus Cristo.
O Papa e os seus mais diretos colaboradores iniciam esta tarde uma semana de oração e reflexão, durante a qual são suspensos todos os compromissos públicos no Vaticano.
"Obrigado a todos vós", disse, em resposta aos aplausos das pessoas presentes na Praça de São Pedro.
O encontro serviu como momento de homenagem e saudação por parte da comunidade e da cidade de Roma ao Papa.
O próximo encontro de Bento XVI com os fiéis vai decorrer no dia 24, com a recitação dominical do Angelus, seguindo-se a última audiência pública do pontificado, dia 27 de fevereiro, iniciativa para a qual já estão inscritas 35 mil pessoas, segundo o Vaticano.
O último dia do pontificado, em 28 deste mês, inclui um encontro de despedida dos cardeais, pelas 11h00 (Roma), antes da partida em helicóptero, rumo à residência pontifícia de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, marcada para as 17h00.
Retirado do site Canção Nova Notícias

MINISSÉRIE DE TV RETRATA A ROTINA DOS PAPAS DO CONCÍLIO VATICANO II


O Concílio Ecumênico Vaticano II foi convocado no dia 25 de janeiro de 1961, através da bula papal “Humanae salutis”, pelo papa João XXIII. Este mesmo Papa inaugurou-o, a ritmo extraordinário, no dia 11 de outubro de 1962. O Concílio, realizado em quatro sessões, só terminou no dia 8 de dezembro de 1965, já sob o papado de Paulo VI.

Nestas quatro sessões, mais de dois mil bispos convocados, de todo o planeta, discutiram e regulamentaram vários temas da Igreja Católica. As suas decisões estão expressas nas quatro constituições, nove decretos e três declarações elaboradas e aprovadas pelo Concílio.

Neste ano de 2012 a Igreja celebra os 50 anos da abertura desse grande evento. Em comemoração ao jubileu de prata será exibida, pela primeira vez na televisão brasileira, a minissérie “Papas do Concílio”.

Com base em dois filmes produzidos na Itália e inéditos no Brasil, a minissérie retrata a trajetória do Papa João XXIII e do Papa Paulo VI, principais protagonistas do Concílio.

A produção que terá dez episódios conta, também, com depoimentos das personalidades mais importantes do episcopado brasileiro, que vivenciaram o período histórico mais marcante da Igreja Católica.

“Papas do Concílio” estreia no próximo dia 12 de novembro, em dois horários, às 14h e às 20h, na TV Aparecida.

Fonte: CNBB

Mensagem de D. Filippo pela nomeação do nosso novo Bispo


Roma, 10 de outubro de 2012.
Rev.mo Mons. Paulo Daher,

Com grande júbilo participo da alegria da querida Diocese de Petrópolis pela nomeação do novo Pastor na pessoa de Dom Gregorio Paixão. Durante todo este tempo rezei para que o Santo Padre enviasse um Bispo zeloso, bem formado culturalmente, amigo dos padres e presente no meio do povo cristão. O Senhor atendeu os nossos pedidos e foi nomeado um Bispo que poderá desenvolver uma intensa ação pastoral, um grande trabalho missionário de presença no território da Diocese, segundo o coração de Cristo. Também poderá dar a devida atenção à UCP e às escolas católicas e públicas como aos problemas da sociedade.

Dom Gregório foi meu aluno de teologia no São Bento do Rio de Janeiro com diligência e proveito. Depois foi meu irmão na CNBB, dando prova de preparação teológica, de zelo pastoral e de plena fidelidade ao Magistério da Igreja, em particular ao Santo Padre.

Agradeço a Deus também pelo trabalho feito pelo Mons. Paulo Daher com sabedoria e sem poupar forças durante todos estes meses.

Tenho certeza que o Povo da Diocese de Petrópolis, junto aos padres, saberá amar Dom Gregório e acolhê-lo com a mesma intensidade com que me acolheu nestes inesquecíveis sete anos e meio que tive a graça de viver com vocês.

Rezo com gratidão a Nossa Senhora do Amor Divino que acompanhe o ministério do Novo Bispo.

Desde Roma, onde me encontro na celebração do Sínodo dos Bispos e dos 50 anos do início do Concílio Vaticano II, envio o meu abraço ao novo Pastor, ao Mons. Paulo e a toda a querida comunidade petropolitana.

Com uma afetuosa benção e com muita saudade,

Dom Filippo Santoro
Arcebispo Metropolitano de Taranto

Dom Gregório Paixão foi nomeado novo bispo de Petrópolis


     Na manhã de hoje, o Vaticano publicou em nota oficial, a nomeação de Dom Gregório Paixão Bispo de Petrópolis.

Mensagem de Dom Gregório Paixão, Bispo eleito de Petrópolis, aos irmãos e irmãs da Diocese de Petrópolis
     Tão logo o Sr. Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d`Aniello, comunicou-me que Sua Santidade, o Papa Bento XVI, chamou-me para o ministério de pastorear a Igreja de Jesus Cristo que está em Petrópolis, meu coração se encheu de alegria, por entender que a obra à qual estou sendo chamado é para o Senhor, como nos ensina o Salmista: “Não a nós, ó Senhor, não a nós… ao vosso Nome, porém, seja a gloria” (Sl 113,9). Concretiza-se, então, o lema que escolhi para o meu episcopado: “Preparar os caminhos do Senhor” (Jo 1,23). Desse modo, confiando unicamente na misericórdia de Deus e reconhecendo-me pecador e limitado, aceitei o que me fora pedido pelo Santo Padre.
     Na espera da publicação oficial, permaneci em oração, rezando por mim e por vocês, colocando-me sob a proteção de Nossa Senhora do Amor Divino e de São Pedro de Alcântara, padroeiro desta Diocese. Peço, assim, a oração de cada irmão e irmã, pois estou convicto de que serei, desde agora, acompanhado pelo coração orante de todos.
     Saúdo, em primeiro lugar, o meu antecessor e que foi meu professor na Teologia, Dom Filippo Santoro, hoje Arcebispo de Taranto, na Itália. Irei substituí-lo com a humildade de um ex-aluno que bebeu na fonte de sua sabedoria e do seu testemunho.
     Saúdo, ainda, o Mons. Paulo Elias Daher Chedier, Administrador Diocesano, que conduziu a Diocese de Petrópolis com prudência e solicitude, durante o período de vacância.
     Reverencio os Srs. Bispos do Regional Leste I da CNBB, com os quais trabalharei em plena comunhão, em especial a Dom José Francisco Rezende Dias, Arcebispo de Niterói.
     Com paternal afeto abraço os Sacerdotes, Diáconos Permanentes e Seminaristas; os Religiosos e Religiosas; os Consagrados e Consagradas; os Cristãos Leigos e as Cristãs Leigas. Com todos desejo trabalhar na evangelização, atento ao que o Espírito diz hoje à Igreja, buscando servir a todos e não medindo esforços para o crescimento do povo de Deus.
     Saúdo a todas as excelentíssimas Autoridades Civis e Militares e aos Habitantes dos municípios que compõem nossa Diocese: Areal, Guapimirim, Magé, Paraíba do Sul, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Teresópolis e Três Rios, com todas as suas paróquias, bairros e comunidades.
     Aos irmãos cristãos de outras igrejas e denominações saúdo com o afeto e a oração de Jesus: “A fim de que todos sejam um… para que o mundo creia que Tu me enviaste” (Jo 17,21). Cumprimento, ainda, todas as pessoas que professam a existência de Deus e a todos os homens e mulheres de boa vontade que desejam construir, conosco, um mundo de justiça e de paz.
     Cumprimento, também, àqueles que se empenham na política, na educação e na cultura, com destaque para os que pertencem à Universidade Católica de Petrópolis, assim como a todos os trabalhadores e trabalhadoras em todas as profissões, ofícios e serviços.
     Minha palavra especial se dirige aos mais empobrecidos, doentes, desempregados, sofredores, sem teto e marginalizados. Para eles recordo a palavra de Jesus, mostrando-nos os sinais da alegria do novo Reino implantado: “… os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem… e o Evangelho é anunciado aos pobres” (Mt 11,5). Não medirei esforços para trabalhar, junto com os que sonham com um mundo fraterno e solidário, para que nenhum homem e mulher de nossa Diocese se sinta rejeitado, esquecido ou durma com fome. Saúdo, com especial carinho, as crianças, os adolescentes e os jovens, que são a alegria e a esperança de nossa Igreja.
      Essa minha saudação apresenta o coração de um irmão que deseja conhecê-los, ouvi-los e caminhar junto com todos. Não tenho fórmulas prontas e estou convicto que sozinho nada posso. Entretanto, sinto-me encorajado e profundamente feliz por saber que contarei com as orações e o apoio de todos vocês.
     Finalmente, assumindo as palavras do Apóstolo Paulo, envio-lhes o meu fraterno abraço e a minha saudação: “A graça do Senhor Jesus Cristo esteja convosco. Eu vos amo a todos vós em Cristo Jesus” (2Cor 16,24s). Deus os abençoe!

Salvador, 10 de outubro de 2012
Dom Gregório Paixão, OSB
Bispo eleito de Petrópolis

Bento XVI concede Indulgência plenária por ocasião do Ano da Fé


Por ocasião do Ano da Fé, o Papa Bento XVI concede o dom da Indulgência Plenária. A Santa Sé divulgou nesta sexta-feira, 5 de outubro, o decreto da Penitenciaria Apostólica com o qual se concede a indulgência.

As disposições estabelecidas pela Penitenciaria Apostólica indicam que podem obter a indulgência os fiéis verdadeiramente arrependidos, que tenham reparado os próprios pecados com a penitência sacramental e elevado orações segundo as intenções do Sumo Pontífice. Isso de acordo com as seguintes situações:

— toda vez que participarem de pelo menos três momentos de pregações durante as Santas Missões, ou de pelo menos três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre os Artigos do Catecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou local idôneo;

— toda vez que visitarem em forma de peregrinação uma Basílica Papal, um catacumba cristã, uma Igreja Catedral, um local sagrado designado pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé, e ali participarem de alguma função sagrada ou se detiverem para um tempo de recolhimento, concluindo com a oração do Pai-Nosso, o Credo, as invocações a Nossa Senhora e, de acordo com o caso, aos Santos Apóstolos ou Padroeiros;

— toda vez, nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé, em algum local sagrado participarem de uma solene celebração eucarística ou da Liturgia das Horas, acrescentando a Profissão de Fé em qualquer forma legítima;

— um dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, para a visita do batistério ou de outro lugar no qual receberam o sacramento do Batismo, se renovarem as promessas batismais em qualquer fórmula legítima.

Aos idosos, doentes e a todos os que por motivos legítimos não puderem sair de casa, concede-se de igual modo a Indulgência plenária nas condições de costume. Isso se unidos com o espírito e com o pensamento aos fiéis presentes, especialmente nos momentos em que as palavras do Pontífice ou dos Bispos Diocesanos forem transmitidas pela televisão ou pelo rádio, recitarem na própria casa ou onde estiverem o Pai-Nosso, o Credo e outras orações conformes as finalidades do Ano da Fé, oferecendo seus sofrimentos ou as dificuldades da própria vida.

Foto e notícia: Canção Nova

Comunicado sobre o Ano da Fé


Com a Carta Apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011, Bento XVI instituiu o Ano da Fé. Esse terá início em 11 de outubro de 2012, 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, e terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo.

Com a promulgação de tal Ano, o Santo Padre tem a intenção de colocar ao centro das atenções eclesiais aquilo que desde o início de seu Pontificado, lhe está mais ao coração: o encontro com Jesus Cristo e a beleza da fé Nele. Por outro lado, a Igreja está bem ciente dos problemas que hoje a fé deve enfrentar e sente quanto é atual a pergunta que Jesus mesmo fez: “Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lc 18, 8).

Por isso, “se a fé não retomar a vitalidade, tornando uma profunda convicção e uma força real graças ao encontro com Jesus Cristo, todas as outras formas permaneceram ineficazes” (Discurso para a apresentação das felicitações natalinas à Cúria Romana, 22 de dezembro de 2011).
Em nome de Bento XVI, a Congregação para a Doutrina da Fé emitiu uma Nota com indicações pastorais para o Ano da fé. Tal Nota foi elaborada em acordo com alguns Dicastérios da Santa Sé e com a contribuição do Comitê para a preparação do Ano da Fé. 

 A Nota, datada em 6 de janeiro de 2012, Solenidade da Epifania, é composta por uma introdução e algumas indicações pastorais.
A introdução confirma que “o Ano da fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé, a fim que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor ressuscitado, capazes de indicar a tantas pessoas que buscam a porta da fé”.
O início do Ano da Fé coincide com a grata memória de dois grandes eventos que delinearam o rosto da Igreja aos nossos dias: o 50° aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, desejado pelo beato João XXIII (11 de outubro de 1962), e o 20° aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo beato João Paulo II (11 de outubro de 1992).

O Concilio Vaticano II, “a partir da luz de Cristo... quis aprofundar a íntima natureza da Igreja... e o seu relacionamento com o mundo contemporâneo”. “Depois do Concílio, a Igreja se empenhou na recepção e aplicação do seu rico ensinamento, em continuidade com toda a tradição, sob a orientação segura do Magistério”.

“Para facilitar a execução adequada do Concílio, os Sumos Pontífices convocaram várias vezes o Sínodo dos Bispos... propondo à Igreja orientações claras por meio de diversas Exortações apostólicas pós-sinodais. A próxima Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos, no mês de outubro de 2012, terá como tema: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”.

“Desde o início de seu Pontificado, o Papa Bento XVI se empenhou decisivamente para uma correta compreensão do Concílio,

O lançamento do Ano da Fé na Diocese de Petrópolis será no XVIII Adorai


No dia 14 de outubro, no espírito da Jornada Mundial da Juventude, acontecerá o XVIII Adorai, com o tema “Alegrai-vos sempre no Senhor!”. E também será o Lançamento Diocesano do Ano da Fé.

O local do encontro será o Ginásio Jesus, Maria e José (Comunidade Pau Grande - Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Raiz da Serra, Magé), a partir das 8h. Contará com as presenças  do Padre Jorge Carreira (pregação) e do ministério da Canção Nova (animação). A missa de encerramento será às 15h,  presidida pelo Administrador Diocesano, Monsenhor Paulo Daher.

Mons. Paulo Daher pede que todos - paróquias, pastorais e movimentos - sejam incentivados a participarem destes dois eventos significativos da nossa caminhada diocesana. 

Moral e Ética na grade curricular

Moral e ética são temas que, por vezes, andam juntos e também confundem os mais leigos. Esses dois assuntos poderão ser disciplina obrigatória para os alunos do ensino fundamental. 
Em tempo de Eleições, compreender e praticar pode sempre ajudar o país na área política e social.

Vale a pena assistir o vídeo abaixo com a reportagem de Pedro Teixeira da TV Canção Nova.

Diocese de Petrópolis lança hotsite e vídeo institucional da Semana Missionária


A Diocese de Petrópolis lançou neste sábado, 15, o hotsite e o vídeo de divulgação da Semana Missionária da Jornada Mundial da Juventude na Diocese. A apresentação foi feita durante o 2º Mutirão de Comunicação, promovido pela Pastoral da Comunicação. “Não teria melhor momento que dentro de um Muticom para lançar o site”, afirmou o coordenador diocesano da Pascom, Padre Alexandre Brandão.

O lançamento do site http://www.semanamissionariapet.com.br/ e do vídeo aconteceu logo após a mesa redonda sobre Agenda Comunicativa na vida da Igreja – JMJ2013, que contou com a participação do coordenador diocesano do Comitê para a Jornada, Padre Rogério Dias, da porta voz para a Semana Missionária, Karina Diniz, e da secretária executiva de comunicação da JMJ do Rio de Janeiro, Graziele Lacquaneti.


“Hoje é um dia especial, porque estamos tornando oficial nosso hotsite, que torna acessível a todas as realidades diocesanas e além-fronteira, para nossos peregrinos, o que estamos fazendo e vamos fazer para a Semana Missionária”, declarou Pe. Rogério, destacando a importância da atuação dos agentes da Pascom na comunicação sobre a Semana Missionária. “Gostaria de agradecer a todos vocês que têm esse trabalho discreto e tão preciso nas Paróquias para levar aos outros o que fazemos, tendo a alegria de saber que antes de tudo estamos fazendo algo da Igreja, para a Igreja e com a Igreja”, disse.

Após a mesa redonda, o coordenador diocesano da Pascom entregou para a secretária executiva da JMJ, GrazieleLacquanetti, o kit de divulgação organizado pela Diocese, que contém vídeos, imagens e informações sobre a jornada, além do link para o site da Semana Missionária. Graziele apresentou os trabalhos que estão sendo realizados pela comissão de comunicação da jornada, que vão desde a informação interna, até a divulgação externa, àqueles que não estão na Igreja, além dos peregrinos.

Para a Semana Missionária, a Graziele ressaltou a necessidade pensar no peregrino como público alvo. “O foco maior da Semana Missionária é receber o peregrino estrangeiro. Nosso desafio de fazer essa comunicação para fora do Brasil”, admitiu. E, atendendo a essa demanda, o hotsite da Diocese de Petrópolis está sendo produzido em quatro idiomas: inglês, espanhol, francês e italiano.

O site também traz informações sobre a Diocese e os municípios que fazem parte, o comitê organizador da Semana Missionária, a juventude diocesana,  as inscrições dos voluntários, dos peregrinos, entrevistas feitas pela porta voz Karina Diniz sobre a JMJ, além do vídeo de divulgação, que retrata a realidade da Diocese e convida os peregrinos.

Notícia retirada de:  http://www.diocesepetropolis.org.br/artigos/?p=3875

Comunicação em rede é tema central do MUTICOM DIOCESANO


Neste último domingo, 16, no segundo dia de Mutirão de Comunicação da Diocese de Petrópolis, refletiu-se sobre A comunicação em rede, em uma mesa redonda composta pela coordenadora da Pascom do Regional Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro), Andrea Gripp,  e do diretor comercial da InterTV, Fábio Santigo.  Apresentada segundo uma visão da Igreja e outra empresarial, a rede foi caracterizada segundo alguns pontos definidores: as pessoas que a compõe, a clareza das informações e a qualificação.

Ao falar sobre o tema Como trabalhar em rede a comunicação diocesana, Andrea Gripp trouxe um panorama sobre as tecnologias de comunicação, que hoje se manifestam de forma mais expressiva por meio da internet, ambiente ao qual a Igreja deve estar inserida. “Existe uma hoje sociedade virtual. A preocupação da Igreja é se nessa sociedade falta a Verdade. Então, nós não estamos lá apenas usando os meios, e sim dando testemunho. Preciso estar junto e fazer dessa mensagem um discurso comum”, afirmou.

Segundo Andrea, o mote dessa comunicação na rede deve ser o contato com o fiel, que busca a interatividade. Nesse cenário, cabe a Igreja estar preparada para também ouvir essas pessoas.

Além disso, a coordenadora regional da Pascom apontou a necessidade de se fazer a articulação dessa grande rede de pessoas, permitindo que todos tenham conhecimento dos que diz e ensina a Igreja. “O grande desafio é que todos nós façamos essa rede acontecer, de forma clara, eficiente, profissional. Que eu procure a melhor forma de usar os meio”, declarou, ao apontar que cada um deve se ver como um ponto importante dessa estrutura.

Para que essa comunicação alcance todos os pontos da rede sem se perde, Fábio Santiago apresentou como exemplo a organização que é utilizada na InterTV, que requer capacitação, comprometimento e aliamento com o que diz o ponto central da rede. “A coisa não é solta. Nossa responsabilidade é muito grande e todos os planos que fazemos precisam ter um padrão e autorização da Globo”, contou, durante a palestra sobre Trabalhar em rede, mantendo a qualidade da comunicação.

Santiago destacou ainda que uma organização em rede deve seguir certa autonomia dos pontos que a compõem, sem, entretanto romper o comprometimento; possuir uma descentralização, na qual cada nodo se torna um centro em potencial; e ter valores e objetivos em comum.

Fonte: Pascom Diocese de Petrópolis

"Esperança do amanhecer" este é o hino oficial da JMJ Rio2013

O hino foi lançado ontem (14), na Festa Aventura da Cruz e contou com a presença de vários artistas católicos!

Cobertura completa do evento e letra do hino acesse: JMJ Rio2013.

Por que a política deve interessar os cristãos?


      Promessas e mais promessas. Isso é o que marca o período eleitoral, em que a população se prepara para escolher, como será nas próximas eleições do dia 7 de outubro, por exemplo, seus representantes municipais. Com uma tarefa importante nas mãos, nada melhor do que os cristãos se interarem também dos assuntos políticos, buscando formação e informação para um voto consciente.
      E para quem pensa que o papel do leigo católico é passivo, restringindo-se a fazer uma escolha entre as opções oferecidas, padre José Ernanne Pinheiro diz o contrário. Ele é diretor executivo do Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (CEFEP) e destacou a possibilidade dos leigos serem também candidatos, assumindo sua missão de transformação da sociedade.
     “Não só podem (ser candidato), mas devem. No nosso Centro de Fé e Política, na nossa 4ª turma agora nós temos vários candidatos a vereador e a prefeito, porque nós estamos exatamente formando cristãos para assumir uma política com critérios éticos”, disse.
     Ele informou que o CEFEP preparou uma cartilha, intitulada "Eleições municipais 2012: cidadania para a democracia", em que se insiste que as eleições municipais são uma grande oportunidade dos cristãos atuarem com dignidade.
     “Porque estão (os cristãos) mais próximos dos candidatos, então têm mais possibilidades de fazer chegar as suas opções, a defesa dos seus projetos, tendo consciência, do que nos dizia Paulo VI, de que a política é uma forma sublime de exercício da caridade”.

política x Política
     Ainda falando sobre a importância dos cristãos se interessarem por assunto políticos, padre José Ernanne destacou uma distinção feita no "Documento de Puebla" (fruto da 3ª Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe - CELAM - em 1979) , uma observação importante que poderia passar despercebida.
     “O documento de Puebla nos traz uma distinção importante: Política, com “p” maiúsculo, e política, com “p” minúsculo. Não quer dizer que uma é melhor do que a outra, mas se complementam. Política, com “p” maiúsculo, é a perspectiva do bem comum, da sociedade digna para a pessoa humana. A política, com “p” minúsculo seriam os partidos políticos. A posição nossa enquanto cristãos é na perspectiva do bem comum, de trazer valores para a sociedade”.
     E para exercer esse papel de atuar buscando o bem comum, o padre revelou que a cartilha elaborada pelo CEFEP para as eleições segue o método “ver, julgar e agir” e no “agir”, foram elencados alguns critérios básicos.
    “Quando se apresenta esse critério do ‘agir’, naturalmente é para fazer brotar todas as questões fundamentais. Essa cartilha que nós estamos divulgando tem feito muito bem, porque realmente parte da necessidade de criarmos um Estado mais digno para os brasileiros, depois fundamenta isso na Palavra de Deus e apresenta a proposta do agir”

Política e Doutrina Social da Igreja
       Padre Ernanne destacou que os valores pertencentes ao Reino de Deus, como a verdade, a justiça, o bem comum e a fraternidade, devem ser buscados. Ele informou que o documento de preparação para o Sínodo traz uma frase que lhe chamou a atenção, dizendo que não é possível distinguir entre o espiritual, o temporal e o material porque Cristo veio salvar o mundo todo, Cristo é a unidade, Ele nos ama na unidade.
    “Então me parece que a questão da Doutrina Social da Igreja são luzes, é essencial na missão, instrumento missionário para realmente construir essa nova sociedade e essa nova pessoa humana com que todos nós sonhamos para que concretizemos a aliança de Deus com a humanidade que é chamada ‘as bem aventuranças".

Notícia publicada em 30.08.12 no site Canção Nova Notícias

JMJ Rio 2013 - Cerca de 4.000 inscritos em 24 horas

BENTO XVI FOI O PRIMEIRO A SE INSCREVER PARA A JMJ RIO2013


As inscrições para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013 começaram na terça-feira, 28 de agosto 2012 e em apenas 24 horas cerca de 4.000 jovens já tinham garantido participação. O primeiro a se inscrever foi o Santo Padre Bento XVI.
"Para nossa alegria jovens dos cinco continentes fizeram inscrição", comemorou a diretora do setor de Inscrições da JMJ Rio2013, irmã Shaiane Machado.  Os primeiros participantes são jovens de 28 países, divididos em 220 grupos, dos quais 112 são brasileiros. Mas o primeiro de todos a se inscrever foi Bento XVI, logo na manhã de terça-feira, 28 de agosto - Conforme notícia do site oficial da JMJ Rio 2013 -.
O arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, garantiu: "Já vivemos o clima da JMJ". Para ele, a abertura das inscrições de peregrinos representa um "passo importante" para a realização do evento. "A Jornada é um investimento na juventude, construindo valores mais humanos e solidários para fazer a diferença na sociedade", afirmou. "E a Igreja é chamada a estar junto nesta construção" - prosseguiu a nota.
A inscrição é a porta de entrada para o peregrino na JMJ Rio2013.  É por meio da inscrição que o jovem passa a fazer parte oficialmente da JMJ Rio2013.  
A organização avisa só se responsabilizar pelos grupos que comprarem os pacotes de estadia por meio do canal oficial.

Link oficial para inscrições: 



Notícia publicada em 31.08.12 - http://www.zenit.org/article-31176?l=portuguese

Em 11 de outubro de 2012, o Concílio Vaticano II completará 50 anos


     O Concílio Vaticano II está completando 50 anos. O papa João XXII o inaugurou em 11 de outubro de 1962 e o papa Paulo VI encerrou em 8 de dezembro de 1965.
    A Igreja do mundo todo foi convocada à participação, contribuindo com reflexões que provocassem reformas orientadas pela realidade histórica.
    Na década de 60, o mundo passava por mudanças radicais. O fenômeno da contracultura, o movimento hippie e o advento do feminismo apontavam novos rumos.       A Igreja sentia a necessidade de se atualizar, rejuvenescer; aggiorrnamento foi a palavra escolhida pelo Concílio como ponto chave das possíveis mudanças.
    A afirmação "Fora da Igreja não há Salvação" encastelava a Igreja Católica e a impedia de uma abertura às outras tradições religiosas. O diálogo foi o grande passo de abertura. A Igreja precisava dialogar com ela mesma, com outras Igrejas Cristãs e as não Cristãs e, também, com os não crentes.       
    Os documentos do Concílio Vaticano II definem o que a Igreja é e apresentam qual é sua missão. A Igreja é o Povo de Deus. O modelo piramidal dá lugar ao modelo da Igreja como círculo, sempre em movimento.         
      Cristo é o centro da sua experiência. A Igreja é toda ministerial e, embora seja hierárquica, não deve excluir os não ordenados. Todos são filhos de Deus, embora cada um preste um serviço, exerça ministérios, tenham dons e carismas diferentes uns dos outros.     
      Todos — papa, bispos, padres e leigos — são filhos de Deus, vivem as alegrias e as esperanças, as tristezas e angústias do mundo. Uma Igreja de serviço simples e generoso.
       O Concílio convoca todos à leitura da Palavra de Deus, como leitura da vida e de inspiração da própria vida, pela ação do Espírito Santo. A palavra como promessa no 1º Testamento e como realização no 2º Testamento. Cristo é a grande realização da promessa.
       A Palavra inspira nossas ações, a partir da fé em Jesus Cristo, que se fez homem e está vivo no meio de nós.
     A grande reforma da Liturgia causou uma revolução costumes. O rompimento com as expressões litúrgicas tradição vigente dá lugar a uma assembleia viva, participante.
      Para o Concílio, a força da comunidade que celebra constitui e alimenta a caminhada de vida da Comunidade de Fé.           

Pe. Luiz Cezar Antunes da Silva – Diretor Religioso do Colégio Santa Maria de MG. 
Retirado de http://www.santamariamg.com.br

Ordenado três diáconos para Diocese


Com a Catedral São Pedro de Alcântara lotada, o Arcebispo de Taranto (Itália), Dom Filippo Santoro presidiu a missa de ordenação diaconal de Guilherme de Almeida Ambrósio, Reginaldo Pereira Pinto e Sebastião dos Santos Coelho. O Administrador Diocesano, Monsenhor Paulo Daher agradeceu a presença do Arcebispo, que aceitou o convite de presidir a ordenação.

Dom Filippo Santoro agradeceu, afirmando que é uma alegria para ele está na Diocese, onde foi bispo titular durante sete anos e meio. “Para mim é uma alegria e em Táranto procuro usar toda experiência adquirida aqui, principalmente a alegria de manifestar a fé, que é uma característica do brasileiro”.

A permanência de Dom Filippo na Diocese estava prevista até domingo, no entanto, um problema social em sua Arquidiocese o fez retornar nesta terça para Táranto, onde será o mediador de um encontro que tem como objetivo rever uma decisão judicial para fechamento de uma empresa. Se o fechamento for feito, cerca de 1.500 trabalhadores vão ficar desempregados. “Assim como minha presença foi importante na tragédia de janeiro de 2011, agora como bispo de Táranto, também pedem minha ajuda e por isso retorno a Itália”, explicou.

Em sua homilia, ao comentar o trabalho que vem realizando em Táranto, desde que assumiu o governo episcopal em 5 de janeiro, Dom Filippo falou sobre o serviço do diaconato, que segundo ele, é colocar-se a serviço da Igreja e do povo de Deus. “Hoje vocês fazem uma entrega total a Deus e partindo da minha experiência, afirmo que é uma alegria muito grande esta entrega total a Deus”.

Entre os três ordenados diáconos, Sebastião Coelho é o mais velho, 66 anos, e tem uma história diferente, pois estava se preparando para ser diácono permanente, mais como ficou viúvo, a cerca de dois anos, pediu para ser padre, o que foi aceito pela Igreja, conforme está previsto no Código de Direito Canônico. Sebastião afirma que é uma alegria muito grande dar este passo para o sacerdócio. “Fui casado durante 38 anos. Foi um casamento feliz e procuramos sempre o caminho de Deus atuando na Igreja. Tenho dois filhos e como fiquei viúvo senti o chamado de Deus para o sacerdócio e hoje dei um passo decisivo para ser padre”.
Fonte:  www.diocesepetropolis.org.br
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