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Último dia do Cerco de Jericó - Dia de Pentecostes

“Agora é hora de colocar nossa fé em ação”

No último dia do V Cerco de Jericó, no Domingo de Pentecostes, os fiéis viveram o ápice da intensa semana de oração que teve como motivação o tema “Forte na Tribulação”, inspirado no livro de mesmo nome do Pe. Fabrício, da Comunidade Canção Nova. Ao iniciar a Santa Missa, Pe. Rodrigo relembrou um pouco de como foi a semana, fazendo menção a algumas citações dos sacerdotes que visitaram a paróquia e participaram das celebrações.

Na homilia, o pároco começou cantando a música “Vem, Espírito Santo”. Em seguida foi incisivo ao afirmar: “Agora é hora da ação! Precisamos levar essa presença de Cristo aos irmãos”, completou. Para ele, se durante tantos dias pedimos o dom da fortaleza a Deus, precisamos viver plenamente como batizados e testemunhar isso em nosso dia-a-dia.

O religioso disse ainda que não se deve viver em uma comunidade de igreja com espírito de divisão. Ao contrário, há que se viver intimamente ligado aos sete dons do Espírito Santo, aos sete sacramentos que vivificam a Igreja de Cristo. Esse Espírito de Deus é o Espírito da Verdade, nosso Advogado, Ânimo e Consolo.

Para o padre o Espírito Santo não age só na Igreja. “Há muitos pagãos que vivem mais os valores cristãos que os próprios cristãos”, lamentou. Ele lembrou que o Santo Padre nos convoca a sair pelo mundo e levar os ensinamentos do Senhor. “Temos que ter compromisso com Deus, afinal Ele nos garante muitas graças, diariamente, e isso exige de nós uma resposta”. Daí deve surgir sempre um questionamento sobre o tamanho do nosso envolvimento com a Sua Igreja.

Ao encerrar Pe. Rodrigo concluiu afirmando que a Festa de Pentecostes é a oportunidade que os homens têm de serem aquecidos pelo Fogo de Deus, e assim se transformarem em pessoas cada vez melhores, diferentes de antes. “O Fogo do Espírito deve nos aquecer e como Água Viva nos purificar, para que pela força de Seu Vento Impetuoso nossa vida seja agitada em direção ao Bem Maior, o próprio Deus nos irmãos.

Quando encerrou a noite os fiéis deram as sete voltas finais em torno da igreja, relembrando a passagem bíblica em que o povo de Israel orou forte em volta das muralhas que caíram provocando a redenção do povo de Deus. Esse momento foi representado pela imagem do sacerdote derrubando um muro que simbolizava as tribulações e pecados com o ostensório do Santíssimo Sacramento.

Equipe Pascom paroquial

“Mas do que conhecer Jesus, temos que ter uma experiência pessoal com Ele”.

No 6º e penúltimo dia do Cerco de Jericó, já celebrando a Solenidade de Pentecostes, Pe. Rodrigo comemorou com os fiéis o grande sucesso da forte semana de oração. “Hoje é dia de clamarmos o Espírito Santo, de convidá-lo a entrar em nossas vidas. Precisamos Dele para sermos purificados”, afirmou.

Em sua homilia o sacerdote destacou a tristeza de muitas pessoas só buscarem a Deus nos momentos de dor. Segundo ele, muitos só se lembram de Deus quando chegam às dificuldades. Para Pe. Rodrigo isso é um grande erro. “Não podemos ser cegos diante das manifestações de Deus. Ele está muito perto de nós”, completou. Outra característica que atrapalha o relacionamento com o Senhor é a autosuficiencia. Para o religioso tudo pode ser posto a perder com essa atitude. 

Continuando o sermão, Pe. Rodrigo disse que, um dos motivos que levaram todos a buscar a Deus nesses dias foi à gratidão por tantas vitórias sobre tribulações que já viveram. Ele questionou aos presentes se “realmente todos já conhecem a Jesus”.

“É fácil dizer que amamos Jesus, mas o importante é saber se realmente já vivemos uma verdadeira experiência com Ele”, indagou. “Temos que falar com Ele, conversar, estabelecer um diálogo franco e verdadeiro”, completou. Logo depois o ministro explicou em breves palavras o sentido e a origem do Cerco de Jericó, na Polônia.

Terminada a celebração Pe. Rodrigo e os fiéis fizeram uma procissão até a Praça Agnaldo Pereira, no centro de Parada Modelo, para encerrar, um momento de louvor realizado pelos jovens da Comunidade Mater Dolorosa. No local o padre e todos os presentes fizeram um belíssimo momento de adoração ao Santíssimo Sacramento em meio aos olhares curiosos de muitos que estavam no local. Todos ficaram maravilhados com a maravilha do momento.
 Equipe Pascom Paroquial

5ª noite do Cerco de Jericó - Celebrante Padre Alex

“Não há problema maior que o poder de Deus”

Na noite de sexta-feira do V Cerco de Jericó, com o tema “Fortes nas Tribulações”, a missa foi celebrada por Pe. Alex, da Paróquia de Santo Aleixo, Magé. Durante todo o dia a Comunidade Mater Dolorosa, de Petrópolis, seguiu os trabalhos de missões nas casas, dessa vez nas comunidades de Santo Antonio, no Paraíso, e Santa Teresinha, no Km 11.

Em sua homilia Pe. Alex retomou a referência que outros sacerdotes já haviam feito sobre o mar no entendimento do povo da época de Jesus. Ele explicou que desbravar o mar era uma necessidade para sobrevivência, mas que acompanhava uma série de desafios, especialmente das tempestades.

“Em nossas vidas também temos, obrigatoriamente, que enfrentar uma série de tempestades: Doenças, desemprego, depressão, brigas, desavenças, dificuldades financeiras, falta de sentido na vida, entre tantas outras. E é normal ter medo, sentir dor. Mas não podemos ficar paralisados. Temos que acreditar e perceber que Jesus está conosco”, ratificou.

Para o padre, também é normal perguntarmos: Onde estás, Senhor? Isso nos ajuda a perceber melhor sua presença. Ele pode estar dormindo, mas deseja que o busquemos sempre. Afinal, Jesus entrou na barca dos apóstolos quando tudo estava bem, quando o barco saiu para o mar, em terra. Como ele iria ir embora, justamente quando as coisas quisessem afundar o barco? De forma alguma. Se fizesse isso Jesus não seria um Deus justo, que nos ama tanto.

Em suas palavras, o sacerdote afirmou que, o real desejo de Cristo é que tenhamos uma forte experiência com ele, que seja capaz de nos melhorar enquanto filhos de Deus, homens santos. Os apóstolos precisavam dessa experiência. E em algum momento teremos que passar por ela. Nesse momento de dor, de angústia, seremos capazes de ouvir as poderosas palavras de Jesus sobre a nossa vida: “Tempestade, acalma-te.”

Na luta o importante é não ficarmos a todo instante medindo o nosso problema e falando para Deus, por mais difícil que isso possa ser. Ao cristão, que vai tendo um olhar cada dia mais sobrenatural da vida, vale dizer pra Deus que Ele é maior que todo e qualquer problema que possa ter. “Deus é maior que todos eles”, salientou Pe. Alex.

O religioso insistiu que precisamos ter os olhos fixos no mestre. “Se virmos água entrando no barco, façamos a nossa parte. Vamos tirando, balde por balde. Importa é fazermos a nossa parte. Deus está fazendo a dele”, insistiu levando os fieis a viverem um momento de oração de amorização.

Equipe Pascom Paroquial

4º dia do Cerco de Jericó

“O tempo de Deus não é o nosso tempo”.

Com a chegada da imagem de São José de Anchieta, às 19h30, foram iniciados os trabalhos da 4ª noite do V Cerco de Jericó. Os fiéis receberam a estátua do padroeiro do decanato com velas e fachos luminosos. Em seguida, ao som do ministério Com Maria,  Pe. Rodrigo iniciou a santa missa.

Cantarolando a canção “Noites Traiçoeiras” o sacerdote levou os fiéis a relembrarem as dificuldades que muitas vezes a vida propõe, mas que nunca são maiores que o amor de Deus.

“Como diz Jesus no evangelho, o mundo nos odeia, mas nós precisamos mostrar a ele (mundo) que com Cristo somos mais que vencedores”. Segundo ele, as tribulações são visitas indesejáveis e ingratas, que chegam sem avisar e arrombam as nossas portas. Daí a necessidade de termos muita fé. “Como seria se não tivéssemos fé?”, perguntou. Para o religioso temos que verificar sempre se em nossa casa, nosso quarto (coração) não esta precisando de reformas, de restauração.

Geralmente sentimos a presença das dificuldades no casamento, no relacionamento com os filhos, na igreja, na saúde, na área financeira, enfim, em coisas práticas que nos tocam. E é assim mesmo que acontece. Mas precisamos confiar que Jesus sempre sabe o que é bom para nós e pode transformar aquela dor em algo muito maior. Outras vezes as tribulações podem ser resultado de escolhas erradas que nós mesmos fazemos.

“Temos que purificar nossas mentes das expectativas inúteis, das soluções imediatas. Deus não é um mágico ou um comerciante. Ele é Deus”, frisou Pe. Rodrigo. Para ele essa é a melhor forma que Deus tem para experimentar nossa fé e fazê-la crescer ou até surgir de verdade. Essa é uma espécie de purificação como o ouro e a prata são purificados. A forma que Deus tem de agir.

Ao encerrar a celebração o padre aconselhou os fiéis a questionarem menos quando estiverem com problemas, fato que aumenta a dor pelo que se passa. Assim, devemos ser mais fortes que as dificuldades e vencê-las “fortes na tribulação, alegres na esperança e perseverantes na oração”.


Equipe Pascom Paroquial

3º dia do Cerco de Jericó – Pe. Adenilson – Palotinos

“Deus tem um amor perfeito por nós”

Missões, orações e muita adoração marcaram o terceiro dia da 5ª edição do Cerco de Jericó, na paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Parada Modelo. Ao término do dia uma santa missa foi celebrada pelo Pe. Palotino Adenilson, responsável pela casa de formação na cidade de Guapimirim.


Tomando a primeira leitura do dia o sacerdote exortou, assim como São Paulo, para que os fieis estejam sempre atentos às doutrinas estranhas e aos lobos vorazes que podem surgir, até na comunidade, tentando enganar os discípulos de Jesus. Ao citar o evangelho de São Marcos, base do livro “Fortes na Tribulação”, texto base de reflexão para as meditações desse ano, o ministro explicou que para os hebreus, a noção de “atravessar para a outra margem” tinha um sentido mais amplo. Significava uma mudança de rota, de rumo. Segundo ele, a compreensão de mar também podia ser de “um local de perigo, com ventos contrários”. “Jesus chamou os discípulos para saírem de si, viverem uma nova experiência de fé. Ele tinha intenção de ensinar algo novo para os que amava”, reforçou.
  
Ao recordar as palavras do Papa Emérito Bento XVI, padre Adenilson destacou que, como o pontífice afirmara antes, “há muitos ventos impetuosos contra a fé, contra a barca de Pedro (Igreja), e eles devem ser enfrentados, combatidos”. O religioso explicou que a falta de fé em nossa vida pode nos deixar ver apenas os balanços do barco e não o essencial, a presença do mestre.

“Jesus não pode ser uma novidade, que logo se torna algo passageiro”, frisou ele. “O Amor de Deus não pode mudar, é imutável, perfeito, e deve levar o nosso amor por Ele ser da mesma forma”. Levando os presentes a refletirem, o sacerdote ratificou que Jesus poderia ter “eliminado” os ventos, mas não o fez. Simplesmente o acalmou, como pode fazer em nossa vida.  Para ele é preciso que sejamos fortes e lutemos para que o barco de nossa vida não venha a afundar.

Ao final Pe. Adenilson cantou a música “Não dá mais para voltar” com toda a assembléia, aconselhando todos a não olharem mais atrás e seguirem adiante para a outra margem onde Jesus quiser ir. Após a missa o sacerdote deu a terceira volta com o Santíssimo Sacramento por fora da igreja, terminando a noite com a benção sobre os fiéis. Em seguida continuou a adoração conduzida pela Comunidade Mater Dolorosa que rezou com os casais na igreja e deu uma palestra para os solteiros no salão paroquial.


Equipe Modelo Católico                          

Deus provê, Deus sempre proverá.


O segundo dia do V Cerco de Jericó começou com um belo trabalho de missões, logo cedo, pelos 16 membros da Comunidade Mater Dolorosa de Jerusalém que estão animando a paróquia durante esta semana. As comunidades visitadas foram Nossa Senhora de Fátima, no Sertão, e São Geraldo, em Citrolândia. À noite, a missa solene foi celebrada pelo vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Piabetá, Pe. Ludemir.

Em sua homilia o sacerdote lembrou uma canção do Pe. Reginaldo Manzotti, A Tempestade, conhecida por muitos e que refletia o tema a ser meditado na ocasião seguindo a linha do livro Fortes na Tribulação, do Pe. Fabricio, da Comunidade Canção Nova.

Para o ministro, Jesus sabia o quanto as tribulações tem o poder de desanimar seus fiéis, e por isso o próprio Cristo orou ao Pai pelos seus como visto no evangelho de São João.

"Cristo sofreu. Se somos cristãos, outros Cristos, sofreremos também. Essa é a realidade. Mas Cristo venceu os sofrimentos. Logo, venceremos também. Essa é nossa certeza", garantiu. Ao afirmar que em nossas maiores dificuldades Jesus permanece conosco o sacerdote questionou se nós também permanecemos com Jesus, consolando o povo que, apesar de ser infiel a Deus pode ter a certeza de que Ele sempre será fiel a seu povo.

Em suas palavras, Pe. Ludemir afirmou que, mesmo em meio aos problemas, Jesus é capaz de nos "dar a paz" que só encontramos nele. Uma paz que não é ausência de problemas, mas sua presença em nós. "Em todos os problemas precisamos confiar em Deus. E quem confia em Deus não pode confiar em outras coisas. Na macumba, em espiritismo, em seitas, só em Deus", ratificou.

Ao explicar que o cristão não pode querer um lugar para se esconder das lutas, ele aconselhou a assembleia a ver Deus como um refúgio. Um lugar seguro, onde vemos os problemas, ganhamos força para vencê-los e temos a certeza que a guerra maior já esta vencida. " Os que se refugiam em Deus não se escondem, ao contrário, são os verdadeiros heróis que tem coragem de enfrentar seus problemas", encerrou.


Equipe Pascom Paroquial

“Deus pode fazer silêncio em nossas batalhas porque adora nos ver lutar”

Na abertura do V Cerco de Jericó, nesta segunda-feira (02), dia em que comemoramos 97 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida em águas brasileiras, uma solene missa, presidida pelo Pe. Alan, vigário da Paróquia Nossa Senhora da Piedade em Magé, deu o pontapé inicial para uma semana intensa de oração na paróquia. Com o tema “Fortes na Tribulação”, baseado na obra de mesmo nome do Pe. Fabrício, da Comunidade Canção Nova, o sacerdote conduziu a noite com uma reflexão a cerca das lutas diárias travadas por aqueles que buscam o céu.

Com leituras providencialmente de acordo com o tema do dia, os fiéis iniciaram a celebração ouvindo as palavras de São Paulo ratificando a importância do batismo no Espírito Santo na vida dos que seguem a Cristo, confirmado pelo evangelho de São João, onde Cristo convida seus seguidores a terem “coragem, por ter Ele, primeiro, vencido o mundo”.

A essas declarações, o sacerdote iniciou sua homilia explicando a diferença entre tentações e provações. “As tentações são dadas pelo demônio, que quer o nosso mal. As provações são instrumentos de lapidação das almas raras, e Deus é quem as permite”. Para o padre, uma joia rara tem alto valor porque desde sua concepção, o mineiro, que a retira da natureza, opera um grande trabalho de purificação. Esse grande esforço é o que valoriza o produto. Também Deus, ao permitir que suas almas sejam experimentadas pelo sofrimento e pelas lutas, deseja retirar as arestas e imperfeições, fazendo com que só fique a essência da alma, e assim seja identificada a sua raridade, fim último da vida terrestre.

Pe. Alan disse ainda que o céu é para os que lutam sempre. “No paraíso, com Deus, só os santos poderão estar, e Ele quer isso para todos, por isso prova-nos a todos.” Ao citar o evangelho de São Marcos, que narra o milagre de Jesus a quem os ventos obedecem, o ministro destacou que Jesus sempre pede que seus discípulos atravessem à outra margem, mais distante, pois sabe que na travessia a fé passa por sua prova de fogo. “O Senhor não nos permite ser passivos, acomodados. Quer-nos sempre ativos, operantes e totalmente desapegados das outras coisas”, declarou. Para ele, apesar de Jesus estar dormindo, ele está na barca, e por isso ela “nunca irá afundar”.

Ao fim, o celebrante convidou a assembleia a estar sempre com os olhos fixos no Senhor, e não olharem a força dos ventos, para que assim experimentem a mesma graça que Pedro viveu ao, afundando no lago de Tiberíades, ser socorrido pelo Mestre quando exclamou: Kyrie Eleison (Cristo, misericórdia).

Antes de encerrar, Pe. Alan fez um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento. Depois a comunidade Mater Dolorosa de Jerusalém, de Petrópolis, que está animando o Cerco de Jericó durante a semana, conduziu um momento de oração para os homens na igreja, enquanto as mulheres participavam de uma palestra sobre a força de Nossa Senhora nas tribulações.

Equipe Pascom Paroquial

5º dia do Cerco de Jericó

"Precisamos ser católicos extraordinários" com esta afirmativa o Pe. Claudio da Paróquia de São  José Operário de São Gonçalo conduziu sua homilia. Com base no Evangelho de Jo. 21 onde Jesus enfaticamente por 3 vezes perguntou a Pedro se o amava, ele enfatizou o quanto é importante vivermos intensamente os dois principais mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Nos fez refletir que como católicos amados pelo Ressuscitado precisamos sair da condição de cruxificados para assumirmos a condição de ressuscitados. E para isso precisamos viver uma fé extraordinária, de buscas sem medidas.

O Padre Claudio é Diretor Espiritual da Comunidade Dom de Deus, que esteve enriquecendo ainda mais nosso Cerco. Composta por jovens, possuem uma casa de missão em Itaboraí e durante a noite de vigília dos jovens em intenção da Semana Missionária estiveram animando e orando com os presentes.

4º dia do Cerco de Jericó



Com muita alegria e palavras que pareciam espadas tocando o coração aconteceu mais um dia no IV Cerco de Jericó em nossa paróquia. Na noite desta quinta-feira o celebrante foi o Pe. Alan, da paróquia vizinha de N. Sra. da Piedade, em Magé.

Ao falar sobre o tema da JMJ de Madri, em 2011, “enraizados, edificados e firmes na fé”, citação bíblica do livro de Colossenses, o sacerdote abordou algumas considerações feitas pelo agora Papa emérito, Bento XVI.


“Precisamos ter raízes na fé, como as árvores à beira do rio, que sofrem a seca, mas não morrem. O mundo precisa de católicos assim”, enfatizou padre Alan.

3º dia do Cerco de Jericó

Este dia foi marcado pela presença da equipe da Rádio Catedral que estiveram aqui pela segunda vez, nesta oportunidade para transmissão ao vivo do Terço da Misericórdia às 15:00 direto da Matriz. 

O Pe. Gleuson Gomes, acompanhando do músico Felipe e o já amigo da comunidade Pacelli, realizou o terço com a animada participação dos fiéis paroquianos que tiveram seus representantes recitando as dezenas do terço.
Quem nem pode participar do Terço na paróquia e participou da Santa Missa a noite teve a graça de poder experimentar o Espírito Santo agindo em suas vidas. O Pe. Gleuson nos presenteou com a sua unção na celebração eucarística e na benção do Santíssimo Sacramento.

2º dia do Cerco de Jericó



A segunda noite do Cerco de Jericó em nossa paroquia contou com a presença do padre Ludemir, um grande amigo da terra do padre Rodrigo, Nossa Senhora dos Remédios.

Em sua homilia o padre frisou várias vezes que "nenhum católico pode desanimar da fé, mas pelo contrário, participar ativamente defendendo sua fé e sua religião, buscando amar e ser fiel ao Senhor, e não traí-lo como Judas". Ao final o pastor e o povo deram as duas voltas com o santíssimo em volta da igreja.

1º dia do IV Cerco

O 4º Cerco de Jericó foi aberto com a Presença do Pe. Luis Carlos de Venda Nova, Teresópolis. Em sua homilia o padre afirmou que " os católicos precisam se posicionar e testemunhar diante do mundo a sua fé". Ao término de sua homilia forte e que demonstrou uma convicção que nos estimula, o sacerdote conduziu os fiéis a fazer a primeira volta com o Santíssimo Sacramento em volta da igreja.

Como o Cerco foi iniciado no dia de N. Sra. de Fátima o Pe. Rodrigo realizou uma singela procissão antes da celebração da Santa Missa.
 

 

No domingo de Pentecoste, encerramos com muito fervor o Cerco de Jericó

O domingo de pentecostes (27), começou a ser celebrado com a missa da manhã. Em sua homilia o Pe. Rodrigo explicou sobre a história da comemoração de pentecostes na Igreja Católica e a importância do significado do cenáculo para nós cristãos. Como estamos no mês de maio, aconteceu a Coroação de Nossa Senhora com as crianças da comunidade de São José. Com a benção do Santíssimo encerrou a celebração. Após a santa missa o Santíssimo continuou exposto durante a tarde dando sequencia ao Cerco de Jericó que encerrou na missa da noite. 
Nestes 7 dias colocamo-nos diante de Jesus presente no Santíssimo Sacramento e confiantes no poder da oração, pedimos que Ele derrubasse as muralhas que nos impedem de tomarmos posse de uma vida mais santa e feliz.
Com a Santa Missa das 19:00 h, foi encerrado o III Cerco de Jericó, um dos momentos de oração mais esperado durante o ano. Através destes 7 dias e 7 noites de oração incessantes, muitos fiéis alcançaram graças e benções do nosso misericordioso Senhor. As muralhas do desemprego, da inveja, da ira, da depressão e outros tantos males que nos impede de estar em comunhão com Deus, cairam por terra neste Domingo. Após 7 voltas com Santíssimo Sacramento ao redor da igreja e a Oração da Queima do pedidos, foram derrubadas as muralhas de todos aqueles que creem no poder da oração.

Desde já, agradecemos aos movimentos, pastorais e todos que colaboraram para a realização desta obra, que edifica a comunidade e aumenta a nossa fé.
             

            

Vigília de Pentecostes na 6ª noite do Cerco de Jericó

Na 6ª noite do Cerco de Jericó, sábado, 26, foi realizada a Vigília de Pentecostes reunindo todas as pastorais, movimentos e comunidades celebrando a unidade paroquial. Com muita alegria participamos da primeira celebração do nosso pároco após seu retorno da Terra Santa. Ele fez a aspersão da água – recordando o batismo que enche a todos com o Espírito Santo, na liturgia da Vigília de Pentecostes foram cantados 4 salmos, lidas 5 leituras, Glória e Evangelho. Com a unção do Pe. Rodrigo e participação do Ministério de Música Nefes de Guapimirim, o fogo abrasador do Espírito Santo de Deus, iluminou-nos e nos ajudou a compreender a importância dos seus dons, bem como a vivência intensa do mesmos.
As sete velas foram acessas e encerrou-se a celebração com a benção do Santíssimo, porém o Cerco de Jericó continuou por mais um dia.




Por Pascom Paroquial

"Jesus quer encher de entusiamo o seu coração"...

A noite de 6ª feira, 5º dia do Cerco de Jericó, estava sendo muito esperada pelos paroquianos pois recebemos como celebrante o Pe. Luiz Melo. Ele é filho de Magé, terra em que viveu até decidir-se pelo sacerdócio. Hoje a serviço do Seminário Diocesano participa de muitos encontros como palestrante e nesta noite veio nos falar do tema: "Igreja a serviço da vida plena a todos". Iniciou revisando os 4 temas falados desde o primeiro dia e entrando em seu tema nos relembrou a principal ordem de Jesus: "Amai-vos uns aos outros com eu vos amei" e que apesar da dificuldade de praticarmos com os irmãos essa experiência de amor, devemos nos esforçar para sermos verdadeiros discípulos dele.
Momento forte e marcante em todas as noites do Cerco.
            
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